Foto: Divulgação/Brasil Mineral
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Lundin Mining diz estar bem posicionada para crescer

A produção de cobre atingiu 314.798 toneladas e a produção consolidada equivalente de cobre foi superior a 550 mil toneladas

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A Lundin Mining, em 2023, atingiu o guidance projetado, de forma consolidada em todos os metais, seja dentro da média ou acima do esperado. A produção de cobre atingiu 314.798 toneladas e a produção consolidada equivalente de cobre foi superior a 550 mil toneladas. A mina Chapada, em Goiás, produziu 45.719 toneladas de cobre e a produção de ouro ficou no limite superior da orientação, com 59.268 onças para o ano.

A mina candelária produziu 152.012 toneladas de cobre e 89.700 onças de ouro, ficando dentro do cronograma para o ano. Já a produção de cobre da mina Caserones foi de 65.210 toneladas no segundo semestre de 2023, o que excedeu o guidance inicial, e no ano inteiro foi de 139.520 toneladas.

A produção consolidada de zinco foi de 185.161 toneladas e ficou no ponto médio da orientação, sendo que a produção em Neves-Corvo se situou no limite superior da orientação para o zinco, enquanto a Zinkgruvan ficou ligeiramente abaixo da orientação para o zinco. A produção consolidada de ouro foi de 148.968 onças, o que ficou no limite superior da orientação. A produção de níquel em Eagle foi de 16.429 toneladas e a produção de cobre foi de 13.600 toneladas, ambas excedendo a orientação original.

“2023 foi um ano significativo para a Lundin Mining e estamos bem posicionados para o crescimento em 2024. A aquisição de 51% da Caserones levou a um recorde na produção anual de cobre. Iniciamos esforços abrangentes de otimização de valor em nossas unidades na América Latina e estamos começando a executar algumas dessas iniciativas em Chapada e Candelária e o início dos trabalhos de otimização em Caserones terá início neste trimestre. Um emocionante programa de exploração começou no lado chileno e argentino do distrito de Vicuña. Procuraremos gerar valor a partir da perfuração, pois esta provou ser um contribuidor chave para a criação de valor geral na Lundin Mining”, disse Jack Lundin, presidente e CEO da Lundin.

O executivo comentou ainda que no portfólio de metais críticos, o projeto de expansão de zinco em Neves Corvo, também conhecido como ZEP, está se concretizando, levando a uma produção trimestral recorde consecutiva de zinco nesta operação. “Em Zinkgruvan, em 2023, foram alcançadas melhores recuperações do projeto de flotação sequencial. No entanto, um aumento mais longo do que o previsto resultou numa ligeira falha na orientação. Nossa operação de níquel, Eagle, continua apresentando desempenho e atingindo o limite superior da orientação. Durante o ano, o resultado acumulado foi superior a 550 mil toneladas de produção consolidada de cobre equivalente. A orientação deste ano mostra um aumento de mais de 20% na produção de cobre e de 10% na produção de zinco em 2023. Ao virarmos a página de um ano transformacional para a Empresa, nosso foco permanece em alcançar a excelência operacional, mantendo consistentemente elevados padrões de segurança, todos ao mesmo tempo que atende às orientações de produção a custos competitivos”, afirmou Lundin.

A perspectiva atualizada do guidance para 2024 está em linha com as faixas de produção divulgadas anteriormente. A produção consolidada de cobre permaneceu consistente com as estimativas anteriores, as faixas consolidadas de produção de zinco foram ligeiramente ajustadas e as faixas consolidadas de produção de ouro aumentaram em 2024. A produção de cobre está prevista entre 366.000 e 400.000 t em base consolidada em 2024. Uma maior produção consolidada de cobre está prevista para 2024, principalmente devido ao sequenciamento da mina e ao perfil do teor de cobre do plano de mina em Candelaria. A orientação de produção de cobre da Caserones foi aumentada para 120.000 - 130.000 t anualmente para refletir taxas de produção planejadas mais altas na usina. Prevê-se que a produção de zinco aumente para 195.000 - 215.000 t numa base consolidada em 2024, aumentando ainda mais ao longo do período de três anos para atingir 220.000 - 240.000 t em 2025 e 2026.

A produção consolidada de ouro está prevista em 155.000 a 170.000 onças em 2024 e depois diminuir ao longo do período de previsão de três anos. A maior produção consolidada de ouro em 2024 deve-se principalmente ao sequenciamento da mina e ao perfil planejado do teor de ouro em Candelária. A produção de níquel está prevista para ser de 10.000 a 13.000 t em 2024 e depois diminuir ao longo do período de três anos. O perfil de produção é impulsionado pelo sequenciamento planejado da mina e pelo teor de níquel, já que os corpos de minério Eagle East e Upper Keel em Eagle estão chegando ao fim de sua vida útil.

Foto: Arquivo/EBC

Sebrae

As peças são formadas por um compilado de instruções de segurança elaboradas a partir de informações de entidades setoriais e de especialistas em saúde

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Ainda que com a necessidade de tomar cuidados essenciais para evitar novos picos de contágio pela Covid-19, aos poucos, o Brasil começa a retomar as atividades econômicas. Até o momento, de acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae, cerca de 83% dos empreendimentos de pequeno porte no país já voltaram a funcionar. Além disso, segundo os últimos dados apresentados pelo IBGE, os serviços apresentaram crescimento de 2,6% em julho. Foi o segundo mês consecutivo de alta no setor.

Diante desse apontamento para reabertura de empresas e, consequentemente, o aumento de circulação de pessoas que saem para consumir, o próprio Sebrae se preocupou em orientar donos de pequenas empresas para uma retomada segura das atividades. Inicialmente, as informações foram fornecidas por meio de releases, por exemplo. A novidade é a disponibilidade das orientações em formato de infográficos.

A ideia é que os empreendedores possam imprimir esses materiais e utilizar no trabalho de instrução de seus funcionários, bem como afixá-los nos seus estabelecimentos. O conteúdo completo é uma série de 35 ilustrações educativas, detalhadas, com orientações para os donos dos estabelecimentos de diversos segmentos, como por exemplo, restaurantes, bares, academias, agências de turismo, entre outras.

Segundo o analista da Unidade de Competitividade do Sebrae, Rafael Moreira, nesse processo de reabertura dos negócios, as atenções se voltam aos protocolos de saúde e higiene, que também estão entre as principais preocupações dos empresários.

“A gente percebe que a situação deve seguir melhorando, dando alívio para o pequeno empresário. Então, é muito importante seguir os protocolos para reduzir o risco de contágio da Covid-19. Eles também devem pedir para seus funcionários e clientes respeitem as recomendações sanitárias. Quem passar mais segurança para o consumidor tende a se sair melhor”, avalia Rafael Moreira.

Instruções de segurança

Os documentos estão disponíveis para download na página do Sebrae, na internet. As peças são formadas por um compilado de instruções de segurança elaboradas a partir de informações de entidades setoriais e de especialistas em saúde.

Desburocratização para micro e pequenos negócios pode dar fôlego à economia no pós-pandemia

“A micro e pequena empresa é a teia que sustenta qualquer país”, afirma presidente do Sebrae

Candidatos às eleições municipais têm desafio de fomentar pequenos negócios e retomar economia

Para o advogado Rodrigo Figueiredo, que também é proprietário do Start Bar & Music, localizado em Brasília, esta iniciativa do Sebrae é importante neste momento, principalmente para os empresários que desejam reabrir seus negócios, mas não sabem muito bem que providências sanitárias tomar.

“Eu vejo que essa atitude tomada pelo Sebrae foi, de maneira geral, muito positiva, porque corta um caminho para o empresário que, às vezes, está perdido em relação a como se posicionar dentro da sua própria empresa para proporcionar segurança para os empregados e clientes, além de já entregar todo o procedimento que precisa ser adotado pelo empreendedor no estabelecimento”, opina.

Na avaliação do presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles, os protocolos de retomada têm sido muito utilizados no processo de orientação para que as empresas consigam receber novamente os clientes e oferecer os produtos e serviços de forma presencial. “Os documentos são muito relevantes para que o empresário, juntamente com seus colaboradores, fornecedores e clientes consigam, de fato, superar esta fase”, destaca.  
 

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Professora de português e produção de texto, a moradora de Anápolis – GO, Ana Itagiba, de 23 anos, resolveu dar início, este ano, ao processo para se tornar uma micro empreendedora individual (MEI). É em busca de melhores condições como profissional e na esperança de ter mais oportunidades de trabalho que ela espera, com a renovação das cadeiras das prefeituras e até com a reeleição de alguns prefeitos, que os gestores municipais valorizem mais os MEI’s e os empreendimentos de pequeno porte.

“Toda vez que formos votar, temos que observar o histórico da pessoa em que estamos votando. Os eleitores devem procurar candidatos que estejam preocupados em garantir mais direitos para essa população. As pequenas empresas são importantes para a economia dos municípios, inclusive, porque essa tem sido a tendência de transformação econômica”, opina a professora.

Para atender aos anseios de pessoas como Ana Itagiba e dos micro e pequenos empreendedores do o País, o Sebrae lançou o chamado “Guia do Candidato Empreendedor”. O documento disponibiliza dicas que orientam os gestores públicos municipais na realização de iniciativas que promovam a evolução das pequenas empresas, sobretudo acerca do desenvolvimento sustentável.

Intitulado “Seja um candidato Empreendedor - 10 dicas do Sebrae”, o guia visa apoiar o empreendedorismo. Para isso, o intuito é revelar os potenciais, as belezas e riquezas do País a partir dos municípios, gerar renda, emprego e ainda elevar a arrecadação sem aumentar impostos. Em uma das dicas, os gestores são instruídos a promover inovação e sustentabilidade.

A partir desse ponto, busca-se, por exemplo, garantir internet de qualidade nas escolas, prédios públicos e praças; estimular os empreendedores locais na adoção de fontes de energia sustentável e reciclagem de resíduos, e fomentar a implantação do Código Florestal, a preservação de mananciais e do meio ambiente no meio rural e urbano.

Acesso a créditos e digitalização

Nesse sentido, outro destaque desenvolvido pela instituição é o Guia do Prefeito, que apresenta uma ferramenta importante de trabalho para as lideranças comprometidas com o desenvolvimento sustentável nos seus municípios. Um dos pontos mais relevantes deste compilado de instruções propõe, inclusive, facilitar o acesso ao crédito e aos serviços financeiros.

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Segundo o presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles, este último item é indispensável para que os pequenos empreendimentos consigam sobreviver durante crises como a que o Brasil enfrenta atualmente. Além disso, Melles também destaca a importância da informatização dos negócios.

“Nós estamos colocando a essência da educação empreendedora à disposição dos brasileiros. Sobretudo, dizemos o seguinte: retomem, mas retomem digital. Nós estamos firmando parcerias com grandes plataformas de marketplace, dando à micro e pequena empresa a possibilidade de abrir novos canais de comercialização, inclusive de garantias de financiamento”, afirma Carlos Melles.

De acordo com a pesquisa “Transformação Digital nas MPE”, realizada pelo Sebrae entre abril e junho deste ano, nos últimos três anos os pequenos negócios no Brasil apostaram na informatização e na utilização de novas ferramentas digitais, em especial nas redes sociais.

Atualmente, 72% do segmento utiliza o WhatsApp para se comunicar com clientes e 40% possui perfil no Facebook. Em Santa Catarina, por exemplo, 89% dos empresários ouvidos no levantamento afirmaram acessar a internet frequentemente. Além disso, 35% dos empresários catarinenses disseram que suas empresas possuem página na internet.

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