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Carnaval: confira quais são as cidades mais procuradas para quem vai curtir a folia

Mesmo com valores de passagens nas alturas, foliões não deixam de se programar com antecedência para curtirem os dias de Carnaval

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Há quem diga que o ano só começa de verdade depois de fevereiro,  porque o segundo mês do ano é o mais esperado para  curtir os festejos de  carnaval ou tirar aquele merecido descanso longe da “muvuca”.  Tanto para quem vai cair na folia como quem só quer descansar, e busca paz viajar  feriado prolongado e ainda economizar, é necessário planejar com antecedência.

Segundo a agência de viagem TurMundi, os destinos mais procurados nessa época são as cidades praianas onde o carnaval é animado, com muitas atrações. São elas:  Recife e Salvador por conta dos famosos blocos de Olinda (PE) e os trios-elétricos, na Bahia. São Paulo e Rio de Janeiro  também estão entre as mais procuradas, sobretudo por causa dos desfiles das escolas de samba,  Esses são também  os destinos mais escolhidos pelos  estrangeiros que vêm aproveitar o carnaval no Brasil.  

De acordo com a CEO e agente de viagem da TurMundi, Bruna Bilbao, por ser uma época de alta temporada, as passagens sempre ficam mais caras, sejam aéreas ou rodoviárias. 

“As passagens tanto de ônibus quanto de avião só aumentam, não ficam mais acessíveis por ser alta temporada. Então sempre fica mais caro. Inclusive, a alta da gasolina faz com que aumente mais, e não só as passagens, como os hotéis também, e até restaurantes. Tudo na cidade fica mais caro, principalmente nos locais que têm grande atrativos, tudo aumenta mais”, explicou Bruna Bilbao. 

Para viajar para esses destinos, a média de valores dos trechos saindo da capital federal fica em torno de R$ 2.500 as passagens de ida e volta. Além disso, a agente de viagem afirma que os hotéis e pousadas aproveitam a época de alta temporada para encarecer os serviços e conseguir se manter nos períodos em que os hotéis estão mais vazios.  

“Os hotéis e as pousadas aproveitam esse período para encarecer os serviços, porque logo depois que acaba o carnaval, a gente já entra na baixa temporada, que seria entre março, abril, maio e junho, então são períodos que ficam com hotéis vazios. As pessoas não viajam muito porque estão trabalhando, as crianças estudando, então eles aproveitam esse período de alta temporada que é dezembro, janeiro e fevereiro para conseguir se manter o restante do outro semestre até chegar julho, que é alta temporada de novo”, enfatizou a CEO da agência de viagens. 

A moradora de Samambaia (DF), Ivanilde Andrade (45), conta que todos os anos tem o costume de viajar no carnaval, mas esse ano não conseguiu se programar antes e com os valores mais altos não conseguirá viajar para o destino desejado.

“Todo ano no carnaval, eu e meu esposo viajamos, de preferência para a praia, mas as passagens ultimamente estão muito caras. O jeito que tem é pegar o carro e ir para a cidade dele no Paraná ou para a minha no estado de Minas Gerais”, explicou Ivanilde Andrade. 

Para quem deseja aproveitar o feriado, mas deixou para se planejar de última hora, a agente de viagens tem dicas de como aproveitar o carnaval sem gastar tanto. 

“A dica é: procurar lugares próximos, por exemplo, aqui em Brasília a gente tem um novo resort que inaugurou que é o “Tauá” e fica a uma horinha daqui, ou seja, você já economiza no sentido de não ter que pagar passagens aéreas. Você só pagaria a hospedagem que já inclui café da manhã, almoço e jantar, então é uma boa pedida”, recomenda Bruna Bilbao. 
 

Foto: Arquivo/EBC

Sebrae

As peças são formadas por um compilado de instruções de segurança elaboradas a partir de informações de entidades setoriais e de especialistas em saúde

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Ainda que com a necessidade de tomar cuidados essenciais para evitar novos picos de contágio pela Covid-19, aos poucos, o Brasil começa a retomar as atividades econômicas. Até o momento, de acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae, cerca de 83% dos empreendimentos de pequeno porte no país já voltaram a funcionar. Além disso, segundo os últimos dados apresentados pelo IBGE, os serviços apresentaram crescimento de 2,6% em julho. Foi o segundo mês consecutivo de alta no setor.

Diante desse apontamento para reabertura de empresas e, consequentemente, o aumento de circulação de pessoas que saem para consumir, o próprio Sebrae se preocupou em orientar donos de pequenas empresas para uma retomada segura das atividades. Inicialmente, as informações foram fornecidas por meio de releases, por exemplo. A novidade é a disponibilidade das orientações em formato de infográficos.

A ideia é que os empreendedores possam imprimir esses materiais e utilizar no trabalho de instrução de seus funcionários, bem como afixá-los nos seus estabelecimentos. O conteúdo completo é uma série de 35 ilustrações educativas, detalhadas, com orientações para os donos dos estabelecimentos de diversos segmentos, como por exemplo, restaurantes, bares, academias, agências de turismo, entre outras.

Segundo o analista da Unidade de Competitividade do Sebrae, Rafael Moreira, nesse processo de reabertura dos negócios, as atenções se voltam aos protocolos de saúde e higiene, que também estão entre as principais preocupações dos empresários.

“A gente percebe que a situação deve seguir melhorando, dando alívio para o pequeno empresário. Então, é muito importante seguir os protocolos para reduzir o risco de contágio da Covid-19. Eles também devem pedir para seus funcionários e clientes respeitem as recomendações sanitárias. Quem passar mais segurança para o consumidor tende a se sair melhor”, avalia Rafael Moreira.

Instruções de segurança

Os documentos estão disponíveis para download na página do Sebrae, na internet. As peças são formadas por um compilado de instruções de segurança elaboradas a partir de informações de entidades setoriais e de especialistas em saúde.

Desburocratização para micro e pequenos negócios pode dar fôlego à economia no pós-pandemia

“A micro e pequena empresa é a teia que sustenta qualquer país”, afirma presidente do Sebrae

Candidatos às eleições municipais têm desafio de fomentar pequenos negócios e retomar economia

Para o advogado Rodrigo Figueiredo, que também é proprietário do Start Bar & Music, localizado em Brasília, esta iniciativa do Sebrae é importante neste momento, principalmente para os empresários que desejam reabrir seus negócios, mas não sabem muito bem que providências sanitárias tomar.

“Eu vejo que essa atitude tomada pelo Sebrae foi, de maneira geral, muito positiva, porque corta um caminho para o empresário que, às vezes, está perdido em relação a como se posicionar dentro da sua própria empresa para proporcionar segurança para os empregados e clientes, além de já entregar todo o procedimento que precisa ser adotado pelo empreendedor no estabelecimento”, opina.

Na avaliação do presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles, os protocolos de retomada têm sido muito utilizados no processo de orientação para que as empresas consigam receber novamente os clientes e oferecer os produtos e serviços de forma presencial. “Os documentos são muito relevantes para que o empresário, juntamente com seus colaboradores, fornecedores e clientes consigam, de fato, superar esta fase”, destaca.  
 

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Professora de português e produção de texto, a moradora de Anápolis – GO, Ana Itagiba, de 23 anos, resolveu dar início, este ano, ao processo para se tornar uma micro empreendedora individual (MEI). É em busca de melhores condições como profissional e na esperança de ter mais oportunidades de trabalho que ela espera, com a renovação das cadeiras das prefeituras e até com a reeleição de alguns prefeitos, que os gestores municipais valorizem mais os MEI’s e os empreendimentos de pequeno porte.

“Toda vez que formos votar, temos que observar o histórico da pessoa em que estamos votando. Os eleitores devem procurar candidatos que estejam preocupados em garantir mais direitos para essa população. As pequenas empresas são importantes para a economia dos municípios, inclusive, porque essa tem sido a tendência de transformação econômica”, opina a professora.

Para atender aos anseios de pessoas como Ana Itagiba e dos micro e pequenos empreendedores do o País, o Sebrae lançou o chamado “Guia do Candidato Empreendedor”. O documento disponibiliza dicas que orientam os gestores públicos municipais na realização de iniciativas que promovam a evolução das pequenas empresas, sobretudo acerca do desenvolvimento sustentável.

Intitulado “Seja um candidato Empreendedor - 10 dicas do Sebrae”, o guia visa apoiar o empreendedorismo. Para isso, o intuito é revelar os potenciais, as belezas e riquezas do País a partir dos municípios, gerar renda, emprego e ainda elevar a arrecadação sem aumentar impostos. Em uma das dicas, os gestores são instruídos a promover inovação e sustentabilidade.

A partir desse ponto, busca-se, por exemplo, garantir internet de qualidade nas escolas, prédios públicos e praças; estimular os empreendedores locais na adoção de fontes de energia sustentável e reciclagem de resíduos, e fomentar a implantação do Código Florestal, a preservação de mananciais e do meio ambiente no meio rural e urbano.

Acesso a créditos e digitalização

Nesse sentido, outro destaque desenvolvido pela instituição é o Guia do Prefeito, que apresenta uma ferramenta importante de trabalho para as lideranças comprometidas com o desenvolvimento sustentável nos seus municípios. Um dos pontos mais relevantes deste compilado de instruções propõe, inclusive, facilitar o acesso ao crédito e aos serviços financeiros.

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Segundo o presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles, este último item é indispensável para que os pequenos empreendimentos consigam sobreviver durante crises como a que o Brasil enfrenta atualmente. Além disso, Melles também destaca a importância da informatização dos negócios.

“Nós estamos colocando a essência da educação empreendedora à disposição dos brasileiros. Sobretudo, dizemos o seguinte: retomem, mas retomem digital. Nós estamos firmando parcerias com grandes plataformas de marketplace, dando à micro e pequena empresa a possibilidade de abrir novos canais de comercialização, inclusive de garantias de financiamento”, afirma Carlos Melles.

De acordo com a pesquisa “Transformação Digital nas MPE”, realizada pelo Sebrae entre abril e junho deste ano, nos últimos três anos os pequenos negócios no Brasil apostaram na informatização e na utilização de novas ferramentas digitais, em especial nas redes sociais.

Atualmente, 72% do segmento utiliza o WhatsApp para se comunicar com clientes e 40% possui perfil no Facebook. Em Santa Catarina, por exemplo, 89% dos empresários ouvidos no levantamento afirmaram acessar a internet frequentemente. Além disso, 35% dos empresários catarinenses disseram que suas empresas possuem página na internet.

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