Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF
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São Paulo: prorroga vacinação contra meningite para profissionais da educação e adolescentes

A campanha vai se estender nos meses de junho e julho para que toda a população possa se imunizar

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A vacinação contra a meningite C é prorrogada para os profissionais da educação e adolescentes de 15 a 19 anos, profissionais como professores e outros funcionários da educação da rede pública e particular de ensino também podem se imunizar. A campanha vai se estender nos meses de junho e julho deste ano. De acordo com a Coordenadoria de Controle de Doenças, por meio do Centro de Vigilância Epidemiológica, presume-se ao Plano Estadual de Imunização que mais de 80 mil novas doses de vacina foram enviadas pelo Ministério da Saúde ao Estado. Dados são da Secretaria de Estado da Saúde no Estado de São Paulo. 

Tatiana Lang D'Agostini, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, explica as causas da doença e qual é a importância de tomar a vacina. 

“A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo está ampliando a vacinação contra a meningite C para profissionais de educação e adolescentes de 15 a 19 anos. É importante lembrar que a forma mais segura de se proteger é a vacina, pois a meningite C é uma infecção bacteriana que causa inflamação nas membranas que envolvem o cérebro e a coluna espinhal e é mais comum nos meses frios do inverno. Os principais sinais de sintomas são a dor de cabeça, febre e rigidez da nuca. É bom lembrar também que a vacinação está disponível de acordo com o calendário básico, para todas as crianças menores de 1 ano, temos disponível também a vacinação meningocócica ACWY, para as crianças de 11 a 12 e também para os adolescentes de 13 a 14 anos,” destaca.

Sobre a Doença 

A meningite C é uma infecção bacteriana que causa inflamação nas membranas que envolvem o cérebro e a coluna espinhal e é mais comum na época do frio com a chegada do inverno. Os sintomas em casos leves semelhantes aos de gripe, com dores de cabeça e febre, podem apresentar rigidez na região da nuca. Em casos mais graves podem ser apresentados mal-estar, vômitos, incômodo ao encostar o queixo no peito e dores fortes no pescoço. Pode aparecer manchas avermelhadas pelo corpo que também são sinais da infecção se espalhando rapidamente e que o paciente precisa imediatamente de uma assistência médica. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde do Estado de São Paulo, todos os casos de meningite bacteriana exigem tratamento hospitalar, mesmo apresentando sintomas leves.  

Municípios em situação da meningite: 

Entre janeiro e março de 2023, foram aplicadas mais de 106 mil doses da vacina para crianças com menos de 1 ano de idade. A cobertura vacinal neste público está em 81,3%, sendo que as maiores coberturas nos Departamentos Regionais de Saúde (DRS) de Sorocaba é 88%, Taubaté 88%, Piracicaba 87,4%, São José do Rio Preto (87,4%) e Marília 87,1%. A mais baixa foi registrada no DRS Baixada Santista, com 70,6% de cobertura vacinal.

Foto: Arquivo/EBC

Sebrae

As peças são formadas por um compilado de instruções de segurança elaboradas a partir de informações de entidades setoriais e de especialistas em saúde

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Ainda que com a necessidade de tomar cuidados essenciais para evitar novos picos de contágio pela Covid-19, aos poucos, o Brasil começa a retomar as atividades econômicas. Até o momento, de acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae, cerca de 83% dos empreendimentos de pequeno porte no país já voltaram a funcionar. Além disso, segundo os últimos dados apresentados pelo IBGE, os serviços apresentaram crescimento de 2,6% em julho. Foi o segundo mês consecutivo de alta no setor.

Diante desse apontamento para reabertura de empresas e, consequentemente, o aumento de circulação de pessoas que saem para consumir, o próprio Sebrae se preocupou em orientar donos de pequenas empresas para uma retomada segura das atividades. Inicialmente, as informações foram fornecidas por meio de releases, por exemplo. A novidade é a disponibilidade das orientações em formato de infográficos.

A ideia é que os empreendedores possam imprimir esses materiais e utilizar no trabalho de instrução de seus funcionários, bem como afixá-los nos seus estabelecimentos. O conteúdo completo é uma série de 35 ilustrações educativas, detalhadas, com orientações para os donos dos estabelecimentos de diversos segmentos, como por exemplo, restaurantes, bares, academias, agências de turismo, entre outras.

Segundo o analista da Unidade de Competitividade do Sebrae, Rafael Moreira, nesse processo de reabertura dos negócios, as atenções se voltam aos protocolos de saúde e higiene, que também estão entre as principais preocupações dos empresários.

“A gente percebe que a situação deve seguir melhorando, dando alívio para o pequeno empresário. Então, é muito importante seguir os protocolos para reduzir o risco de contágio da Covid-19. Eles também devem pedir para seus funcionários e clientes respeitem as recomendações sanitárias. Quem passar mais segurança para o consumidor tende a se sair melhor”, avalia Rafael Moreira.

Instruções de segurança

Os documentos estão disponíveis para download na página do Sebrae, na internet. As peças são formadas por um compilado de instruções de segurança elaboradas a partir de informações de entidades setoriais e de especialistas em saúde.

Desburocratização para micro e pequenos negócios pode dar fôlego à economia no pós-pandemia

“A micro e pequena empresa é a teia que sustenta qualquer país”, afirma presidente do Sebrae

Candidatos às eleições municipais têm desafio de fomentar pequenos negócios e retomar economia

Para o advogado Rodrigo Figueiredo, que também é proprietário do Start Bar & Music, localizado em Brasília, esta iniciativa do Sebrae é importante neste momento, principalmente para os empresários que desejam reabrir seus negócios, mas não sabem muito bem que providências sanitárias tomar.

“Eu vejo que essa atitude tomada pelo Sebrae foi, de maneira geral, muito positiva, porque corta um caminho para o empresário que, às vezes, está perdido em relação a como se posicionar dentro da sua própria empresa para proporcionar segurança para os empregados e clientes, além de já entregar todo o procedimento que precisa ser adotado pelo empreendedor no estabelecimento”, opina.

Na avaliação do presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles, os protocolos de retomada têm sido muito utilizados no processo de orientação para que as empresas consigam receber novamente os clientes e oferecer os produtos e serviços de forma presencial. “Os documentos são muito relevantes para que o empresário, juntamente com seus colaboradores, fornecedores e clientes consigam, de fato, superar esta fase”, destaca.  
 

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Professora de português e produção de texto, a moradora de Anápolis – GO, Ana Itagiba, de 23 anos, resolveu dar início, este ano, ao processo para se tornar uma micro empreendedora individual (MEI). É em busca de melhores condições como profissional e na esperança de ter mais oportunidades de trabalho que ela espera, com a renovação das cadeiras das prefeituras e até com a reeleição de alguns prefeitos, que os gestores municipais valorizem mais os MEI’s e os empreendimentos de pequeno porte.

“Toda vez que formos votar, temos que observar o histórico da pessoa em que estamos votando. Os eleitores devem procurar candidatos que estejam preocupados em garantir mais direitos para essa população. As pequenas empresas são importantes para a economia dos municípios, inclusive, porque essa tem sido a tendência de transformação econômica”, opina a professora.

Para atender aos anseios de pessoas como Ana Itagiba e dos micro e pequenos empreendedores do o País, o Sebrae lançou o chamado “Guia do Candidato Empreendedor”. O documento disponibiliza dicas que orientam os gestores públicos municipais na realização de iniciativas que promovam a evolução das pequenas empresas, sobretudo acerca do desenvolvimento sustentável.

Intitulado “Seja um candidato Empreendedor - 10 dicas do Sebrae”, o guia visa apoiar o empreendedorismo. Para isso, o intuito é revelar os potenciais, as belezas e riquezas do País a partir dos municípios, gerar renda, emprego e ainda elevar a arrecadação sem aumentar impostos. Em uma das dicas, os gestores são instruídos a promover inovação e sustentabilidade.

A partir desse ponto, busca-se, por exemplo, garantir internet de qualidade nas escolas, prédios públicos e praças; estimular os empreendedores locais na adoção de fontes de energia sustentável e reciclagem de resíduos, e fomentar a implantação do Código Florestal, a preservação de mananciais e do meio ambiente no meio rural e urbano.

Acesso a créditos e digitalização

Nesse sentido, outro destaque desenvolvido pela instituição é o Guia do Prefeito, que apresenta uma ferramenta importante de trabalho para as lideranças comprometidas com o desenvolvimento sustentável nos seus municípios. Um dos pontos mais relevantes deste compilado de instruções propõe, inclusive, facilitar o acesso ao crédito e aos serviços financeiros.

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Segundo o presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles, este último item é indispensável para que os pequenos empreendimentos consigam sobreviver durante crises como a que o Brasil enfrenta atualmente. Além disso, Melles também destaca a importância da informatização dos negócios.

“Nós estamos colocando a essência da educação empreendedora à disposição dos brasileiros. Sobretudo, dizemos o seguinte: retomem, mas retomem digital. Nós estamos firmando parcerias com grandes plataformas de marketplace, dando à micro e pequena empresa a possibilidade de abrir novos canais de comercialização, inclusive de garantias de financiamento”, afirma Carlos Melles.

De acordo com a pesquisa “Transformação Digital nas MPE”, realizada pelo Sebrae entre abril e junho deste ano, nos últimos três anos os pequenos negócios no Brasil apostaram na informatização e na utilização de novas ferramentas digitais, em especial nas redes sociais.

Atualmente, 72% do segmento utiliza o WhatsApp para se comunicar com clientes e 40% possui perfil no Facebook. Em Santa Catarina, por exemplo, 89% dos empresários ouvidos no levantamento afirmaram acessar a internet frequentemente. Além disso, 35% dos empresários catarinenses disseram que suas empresas possuem página na internet.

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