Foto: Reprodução/Canal Doutor Ajuda
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DR. AJUDA: O que causa as feridas nas pernas e nos pés?

Neste episódio, o Cirurgião Vascular Dr. Manoel Lobato, explica sobre os cuidados que os pacientes diabéticos precisam ter com os pés

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As feridas que surgem nas pernas e nos pés, na maioria das vezes, são causadas por problemas da circulação e problemas vasculares. Quando sofremos algum trauma ou machucado nas pernas, é comum o surgimento de uma ferida, mas se a nossa circulação for saudável, em alguns dias ela estará cicatrizada. Entretanto, algumas feridas podem continuar abertas sem melhorar ou até mesmo piorar ao longo do tempo, as chamadas feridas crônicas. Em geral elas ocorrem por conta de problemas da circulação ou por infecções não tratadas ou por curativos e tratamentos inadequados da ferida.


Uma das principais causas dessas feridas são as úlceras arteriais. Essas úlceras ocorrem devido à obstrução nas artérias das pernas, que resulta na redução do fluxo de sangue com nutrientes e oxigênio necessários para a cicatrização dos tecidos. Essa situação faz com que as feridas piorem ao longo do tempo e desenvolvem necrose, que é a morte dos tecidos. Se houver infecção, pode ocorrer a necessidade de amputação do membro.


Outra principal causa para as feridas nas pernas é o diabetes e isso ocorre por diversos fatores, um deles é a redução da atividade das células de defesa do corpo contra as infecções, além disso, ele vai agredindo as artérias e nervos do corpo ao longo dos anos e a região mais afetada são as pernas e os pés. A lesão dos nervos causada pelo diabetes é conhecida como neuropatia diabética, os altos níveis de glicose no sangue dos diabéticos lentamente vão destruindo os nervos dos pés e das pernas e isso causa uma série de consequências como a perda da sensibilidade, uma pele mais seca e uma deformidade dos dedos do pé.


Como é feito o diagnóstico?


Pela história clínica e pelo exame físico detalhado, na maioria das vezes já é possível chegar no diagnóstico e em alguns casos, exames como ultrassom, teste de sensibilidade neurológica e até mesmo a arteriografia podem ser necessários. 


Tratamento 


O tratamento das feridas deve focar em dois pontos, na identificação da causa e nos cuidados gerais com a ferida. Para a ferida, todas devem ficar cobertas e protegidas com curativos e serem lavadas com soro fisiológico e antissépticos neutros, é muito importante manter a higiene nas trocas de curativo. O tipo de curativo usado depende do aspecto de cada ferida, as que são mais secas devem receber curativos com hidratantes e as que possuem mais secreção devem ser tratadas com curativos com maior capacidade de absorção. Em alguns casos, curativos a vácuo ou com pressão negativa são necessários, mas cada caso necessita de uma avaliação específica. 


Pessoas com diabetes têm mais risco de desenvolver feridas nos pés e, por isso, é importante ter alguns cuidados:

  • Todos os dias, examine os pés após o banho. Procure por feridas entre os dedos, nas unhas ou na sola dos pés. Se notar um calo grande ou ferida, cubra com curativo;
  • Evite escaldar o pé, andar descalço fora de casa ou na areia da praia para evitar machucar ou queimar os pés;
  • Controle o diabetes para diminuir o risco de lesões por má circulação e falta de sensibilidade, bem como o risco de infecções nas feridas;
  • Se notar ferida, busque por atendimento médico o mais rápido possível.


Para mais informações, assista ao vídeo no canal Doutor Ajuda no youtube. 

Foto: Arquivo/EBC

Sebrae

As peças são formadas por um compilado de instruções de segurança elaboradas a partir de informações de entidades setoriais e de especialistas em saúde

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Ainda que com a necessidade de tomar cuidados essenciais para evitar novos picos de contágio pela Covid-19, aos poucos, o Brasil começa a retomar as atividades econômicas. Até o momento, de acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae, cerca de 83% dos empreendimentos de pequeno porte no país já voltaram a funcionar. Além disso, segundo os últimos dados apresentados pelo IBGE, os serviços apresentaram crescimento de 2,6% em julho. Foi o segundo mês consecutivo de alta no setor.

Diante desse apontamento para reabertura de empresas e, consequentemente, o aumento de circulação de pessoas que saem para consumir, o próprio Sebrae se preocupou em orientar donos de pequenas empresas para uma retomada segura das atividades. Inicialmente, as informações foram fornecidas por meio de releases, por exemplo. A novidade é a disponibilidade das orientações em formato de infográficos.

A ideia é que os empreendedores possam imprimir esses materiais e utilizar no trabalho de instrução de seus funcionários, bem como afixá-los nos seus estabelecimentos. O conteúdo completo é uma série de 35 ilustrações educativas, detalhadas, com orientações para os donos dos estabelecimentos de diversos segmentos, como por exemplo, restaurantes, bares, academias, agências de turismo, entre outras.

Segundo o analista da Unidade de Competitividade do Sebrae, Rafael Moreira, nesse processo de reabertura dos negócios, as atenções se voltam aos protocolos de saúde e higiene, que também estão entre as principais preocupações dos empresários.

“A gente percebe que a situação deve seguir melhorando, dando alívio para o pequeno empresário. Então, é muito importante seguir os protocolos para reduzir o risco de contágio da Covid-19. Eles também devem pedir para seus funcionários e clientes respeitem as recomendações sanitárias. Quem passar mais segurança para o consumidor tende a se sair melhor”, avalia Rafael Moreira.

Instruções de segurança

Os documentos estão disponíveis para download na página do Sebrae, na internet. As peças são formadas por um compilado de instruções de segurança elaboradas a partir de informações de entidades setoriais e de especialistas em saúde.

Desburocratização para micro e pequenos negócios pode dar fôlego à economia no pós-pandemia

“A micro e pequena empresa é a teia que sustenta qualquer país”, afirma presidente do Sebrae

Candidatos às eleições municipais têm desafio de fomentar pequenos negócios e retomar economia

Para o advogado Rodrigo Figueiredo, que também é proprietário do Start Bar & Music, localizado em Brasília, esta iniciativa do Sebrae é importante neste momento, principalmente para os empresários que desejam reabrir seus negócios, mas não sabem muito bem que providências sanitárias tomar.

“Eu vejo que essa atitude tomada pelo Sebrae foi, de maneira geral, muito positiva, porque corta um caminho para o empresário que, às vezes, está perdido em relação a como se posicionar dentro da sua própria empresa para proporcionar segurança para os empregados e clientes, além de já entregar todo o procedimento que precisa ser adotado pelo empreendedor no estabelecimento”, opina.

Na avaliação do presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles, os protocolos de retomada têm sido muito utilizados no processo de orientação para que as empresas consigam receber novamente os clientes e oferecer os produtos e serviços de forma presencial. “Os documentos são muito relevantes para que o empresário, juntamente com seus colaboradores, fornecedores e clientes consigam, de fato, superar esta fase”, destaca.  
 

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Professora de português e produção de texto, a moradora de Anápolis – GO, Ana Itagiba, de 23 anos, resolveu dar início, este ano, ao processo para se tornar uma micro empreendedora individual (MEI). É em busca de melhores condições como profissional e na esperança de ter mais oportunidades de trabalho que ela espera, com a renovação das cadeiras das prefeituras e até com a reeleição de alguns prefeitos, que os gestores municipais valorizem mais os MEI’s e os empreendimentos de pequeno porte.

“Toda vez que formos votar, temos que observar o histórico da pessoa em que estamos votando. Os eleitores devem procurar candidatos que estejam preocupados em garantir mais direitos para essa população. As pequenas empresas são importantes para a economia dos municípios, inclusive, porque essa tem sido a tendência de transformação econômica”, opina a professora.

Para atender aos anseios de pessoas como Ana Itagiba e dos micro e pequenos empreendedores do o País, o Sebrae lançou o chamado “Guia do Candidato Empreendedor”. O documento disponibiliza dicas que orientam os gestores públicos municipais na realização de iniciativas que promovam a evolução das pequenas empresas, sobretudo acerca do desenvolvimento sustentável.

Intitulado “Seja um candidato Empreendedor - 10 dicas do Sebrae”, o guia visa apoiar o empreendedorismo. Para isso, o intuito é revelar os potenciais, as belezas e riquezas do País a partir dos municípios, gerar renda, emprego e ainda elevar a arrecadação sem aumentar impostos. Em uma das dicas, os gestores são instruídos a promover inovação e sustentabilidade.

A partir desse ponto, busca-se, por exemplo, garantir internet de qualidade nas escolas, prédios públicos e praças; estimular os empreendedores locais na adoção de fontes de energia sustentável e reciclagem de resíduos, e fomentar a implantação do Código Florestal, a preservação de mananciais e do meio ambiente no meio rural e urbano.

Acesso a créditos e digitalização

Nesse sentido, outro destaque desenvolvido pela instituição é o Guia do Prefeito, que apresenta uma ferramenta importante de trabalho para as lideranças comprometidas com o desenvolvimento sustentável nos seus municípios. Um dos pontos mais relevantes deste compilado de instruções propõe, inclusive, facilitar o acesso ao crédito e aos serviços financeiros.

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Segundo o presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles, este último item é indispensável para que os pequenos empreendimentos consigam sobreviver durante crises como a que o Brasil enfrenta atualmente. Além disso, Melles também destaca a importância da informatização dos negócios.

“Nós estamos colocando a essência da educação empreendedora à disposição dos brasileiros. Sobretudo, dizemos o seguinte: retomem, mas retomem digital. Nós estamos firmando parcerias com grandes plataformas de marketplace, dando à micro e pequena empresa a possibilidade de abrir novos canais de comercialização, inclusive de garantias de financiamento”, afirma Carlos Melles.

De acordo com a pesquisa “Transformação Digital nas MPE”, realizada pelo Sebrae entre abril e junho deste ano, nos últimos três anos os pequenos negócios no Brasil apostaram na informatização e na utilização de novas ferramentas digitais, em especial nas redes sociais.

Atualmente, 72% do segmento utiliza o WhatsApp para se comunicar com clientes e 40% possui perfil no Facebook. Em Santa Catarina, por exemplo, 89% dos empresários ouvidos no levantamento afirmaram acessar a internet frequentemente. Além disso, 35% dos empresários catarinenses disseram que suas empresas possuem página na internet.

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