Foto: Reprodução/Canal Doutor Ajuda
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HEPATITE ALCOÓLICA E CIRROSE: sintomas, diagnóstico e tratamento

Neste episódio, o Hepatologista, Mário Guimarães Pessoa fala sobre hepatite alcoólica e cirrose

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Você conhece alguém que ingere bebida alcoólica em excesso? Sabe o que o álcool pode fazer com seu fígado?

A hepatite alcoólica é uma inflamação que ocorre no fígado devido ao uso abusivo de álcool. Após muitos anos de inflamação, o tecido do fígado é substituído pela fibrose, o que pode levar à cirrose. O processo de metabolização do álcool que ingerimos ocorre no fígado, e tem como resultado a produção de algumas toxinas, que podem agredir o fígado levando a um processo de inflamação e cicatrização exacerbada, a fibrose hepática.

Ao longo de muitos anos de agressão ao fígado, essas cicatrizes substituem as células normais do fígado, e o resultado disso é um fígado com muitas cicatrizes e endurecido, a chamada cirrose.

Sintomas

É importante destacar que o fígado é uma órgão silencioso, e no início do processo inflamatório o paciente não costuma apresentar sintomas. Os principais sintomas da hepatite alcoólica grave incluem:

  • Icterícia, que é caracterizada pelo amarelamento da pele da parte branca dos olhos;
  • Náuseas e vômitos;
  • Cansaço e fraqueza; 
  • Perda de peso, o álcool é bastante calórico, então dessa forma, ele tira o apetite e a pessoa para de comer como deveria, principalmente proteínas.

Não ocorrendo a parada da ingestão alcoólica, o caso do paciente vai evoluindo para cirrose e insuficiência do fígado, e nesses casos podem apresentar as complicações da cirrose que são:

  • Aumento do volume da barriga, ou barriga d’água;
  • Confusão mental e sonolência.

Quando a cirrose se desenvolve, o fígado fica extremamente duro, dificultando a circulação do sangue por dentro dele. Quando isso ocorre, parte do sangue que iria passar por ele é desviado para outras veias menores, principalmente do estômago e do esôfago. O problema é que essas veias menores possuem paredes finas e podem romper, causando sangramento. Se o paciente rompe umas dessas varizes no esôfago, ele apresenta tosse com sangue e sangramento nas fezes.

Diagnóstico

Você deve procurar o médico para a avaliação correta, o diagnóstico da hepatite alcoólica é realizado por meio de exames de imagem e biópsia do fígado. A história clínica e entender o consumo de álcool do paciente e o exame físico pode ajudar.

Tratamento

O tratamento mais importante é a parada completa do consumo de bebidas alcoólicas, o que pode reverter parcial ou totalmente os danos causados pelo álcool. Sabemos que não é fácil para o dependente parar de beber, medicação, psicoterapia, apoio de grupos, uma orientação de um profissional especializado e até mesmo a internação podem ajudar nesse processo. 

O segundo passo é a orientação da dieta corrigindo o déficit nutricional causado pelo álcool, de preferência com o acompanhamento de uma nutricionista. E em casos mais graves de hepatite alcoólica, o paciente necessita de internação hospitalar.

O consumo exagerado de álcool não causa apenas a hepatite aguda, crônica e cirrose no fígado, pode causar também outros problemas no fígado, por exemplo, em pacientes que têm hepatite B ou hepatite C, podem causar tumores de fígado. Além disso, pode estar associado a outros problemas como perda de memória, anemia, osteoporose, câncer e baixa imunidade.

Para mais informações, assista o vídeo no canal Doutor Ajuda.

Foto: Arquivo/EBC

Sebrae

As peças são formadas por um compilado de instruções de segurança elaboradas a partir de informações de entidades setoriais e de especialistas em saúde

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Ainda que com a necessidade de tomar cuidados essenciais para evitar novos picos de contágio pela Covid-19, aos poucos, o Brasil começa a retomar as atividades econômicas. Até o momento, de acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae, cerca de 83% dos empreendimentos de pequeno porte no país já voltaram a funcionar. Além disso, segundo os últimos dados apresentados pelo IBGE, os serviços apresentaram crescimento de 2,6% em julho. Foi o segundo mês consecutivo de alta no setor.

Diante desse apontamento para reabertura de empresas e, consequentemente, o aumento de circulação de pessoas que saem para consumir, o próprio Sebrae se preocupou em orientar donos de pequenas empresas para uma retomada segura das atividades. Inicialmente, as informações foram fornecidas por meio de releases, por exemplo. A novidade é a disponibilidade das orientações em formato de infográficos.

A ideia é que os empreendedores possam imprimir esses materiais e utilizar no trabalho de instrução de seus funcionários, bem como afixá-los nos seus estabelecimentos. O conteúdo completo é uma série de 35 ilustrações educativas, detalhadas, com orientações para os donos dos estabelecimentos de diversos segmentos, como por exemplo, restaurantes, bares, academias, agências de turismo, entre outras.

Segundo o analista da Unidade de Competitividade do Sebrae, Rafael Moreira, nesse processo de reabertura dos negócios, as atenções se voltam aos protocolos de saúde e higiene, que também estão entre as principais preocupações dos empresários.

“A gente percebe que a situação deve seguir melhorando, dando alívio para o pequeno empresário. Então, é muito importante seguir os protocolos para reduzir o risco de contágio da Covid-19. Eles também devem pedir para seus funcionários e clientes respeitem as recomendações sanitárias. Quem passar mais segurança para o consumidor tende a se sair melhor”, avalia Rafael Moreira.

Instruções de segurança

Os documentos estão disponíveis para download na página do Sebrae, na internet. As peças são formadas por um compilado de instruções de segurança elaboradas a partir de informações de entidades setoriais e de especialistas em saúde.

Desburocratização para micro e pequenos negócios pode dar fôlego à economia no pós-pandemia

“A micro e pequena empresa é a teia que sustenta qualquer país”, afirma presidente do Sebrae

Candidatos às eleições municipais têm desafio de fomentar pequenos negócios e retomar economia

Para o advogado Rodrigo Figueiredo, que também é proprietário do Start Bar & Music, localizado em Brasília, esta iniciativa do Sebrae é importante neste momento, principalmente para os empresários que desejam reabrir seus negócios, mas não sabem muito bem que providências sanitárias tomar.

“Eu vejo que essa atitude tomada pelo Sebrae foi, de maneira geral, muito positiva, porque corta um caminho para o empresário que, às vezes, está perdido em relação a como se posicionar dentro da sua própria empresa para proporcionar segurança para os empregados e clientes, além de já entregar todo o procedimento que precisa ser adotado pelo empreendedor no estabelecimento”, opina.

Na avaliação do presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles, os protocolos de retomada têm sido muito utilizados no processo de orientação para que as empresas consigam receber novamente os clientes e oferecer os produtos e serviços de forma presencial. “Os documentos são muito relevantes para que o empresário, juntamente com seus colaboradores, fornecedores e clientes consigam, de fato, superar esta fase”, destaca.  
 

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Professora de português e produção de texto, a moradora de Anápolis – GO, Ana Itagiba, de 23 anos, resolveu dar início, este ano, ao processo para se tornar uma micro empreendedora individual (MEI). É em busca de melhores condições como profissional e na esperança de ter mais oportunidades de trabalho que ela espera, com a renovação das cadeiras das prefeituras e até com a reeleição de alguns prefeitos, que os gestores municipais valorizem mais os MEI’s e os empreendimentos de pequeno porte.

“Toda vez que formos votar, temos que observar o histórico da pessoa em que estamos votando. Os eleitores devem procurar candidatos que estejam preocupados em garantir mais direitos para essa população. As pequenas empresas são importantes para a economia dos municípios, inclusive, porque essa tem sido a tendência de transformação econômica”, opina a professora.

Para atender aos anseios de pessoas como Ana Itagiba e dos micro e pequenos empreendedores do o País, o Sebrae lançou o chamado “Guia do Candidato Empreendedor”. O documento disponibiliza dicas que orientam os gestores públicos municipais na realização de iniciativas que promovam a evolução das pequenas empresas, sobretudo acerca do desenvolvimento sustentável.

Intitulado “Seja um candidato Empreendedor - 10 dicas do Sebrae”, o guia visa apoiar o empreendedorismo. Para isso, o intuito é revelar os potenciais, as belezas e riquezas do País a partir dos municípios, gerar renda, emprego e ainda elevar a arrecadação sem aumentar impostos. Em uma das dicas, os gestores são instruídos a promover inovação e sustentabilidade.

A partir desse ponto, busca-se, por exemplo, garantir internet de qualidade nas escolas, prédios públicos e praças; estimular os empreendedores locais na adoção de fontes de energia sustentável e reciclagem de resíduos, e fomentar a implantação do Código Florestal, a preservação de mananciais e do meio ambiente no meio rural e urbano.

Acesso a créditos e digitalização

Nesse sentido, outro destaque desenvolvido pela instituição é o Guia do Prefeito, que apresenta uma ferramenta importante de trabalho para as lideranças comprometidas com o desenvolvimento sustentável nos seus municípios. Um dos pontos mais relevantes deste compilado de instruções propõe, inclusive, facilitar o acesso ao crédito e aos serviços financeiros.

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Segundo o presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles, este último item é indispensável para que os pequenos empreendimentos consigam sobreviver durante crises como a que o Brasil enfrenta atualmente. Além disso, Melles também destaca a importância da informatização dos negócios.

“Nós estamos colocando a essência da educação empreendedora à disposição dos brasileiros. Sobretudo, dizemos o seguinte: retomem, mas retomem digital. Nós estamos firmando parcerias com grandes plataformas de marketplace, dando à micro e pequena empresa a possibilidade de abrir novos canais de comercialização, inclusive de garantias de financiamento”, afirma Carlos Melles.

De acordo com a pesquisa “Transformação Digital nas MPE”, realizada pelo Sebrae entre abril e junho deste ano, nos últimos três anos os pequenos negócios no Brasil apostaram na informatização e na utilização de novas ferramentas digitais, em especial nas redes sociais.

Atualmente, 72% do segmento utiliza o WhatsApp para se comunicar com clientes e 40% possui perfil no Facebook. Em Santa Catarina, por exemplo, 89% dos empresários ouvidos no levantamento afirmaram acessar a internet frequentemente. Além disso, 35% dos empresários catarinenses disseram que suas empresas possuem página na internet.

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