Foto: Reprodução/Dr. Ajuda
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O que é a síndrome do desconforto respiratório agudo?

Neste episódio o Pneumologista Dr. Pedro Paulo Rodrigues dará mais informações a respeito.

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Você conhece alguém que ficou entubado necessitando de ventilação mecânica em UTI? Sabe se foi por um problema respiratório chamado síndrome do desconforto respiratório agudo? Neste episódio o pneumologista Dr. Pedro Paulo Rodrigues dá mais informações a respeito.

A  síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) é uma doença pulmonar caracterizada por um pulmão inflamado e com muito líquido ao redor e dentro dos alvéolos. Seria como se o pulmão estivesse encharcado, que é chamado de edema pulmonar, decorrente de um processo inflamatório. 

Estando com muito líquido nos alvéolos a troca de gases que ocorre nele, em que entra oxigênio e sai gás carbônico, fica prejudicada e o resultado é a queda da oxigenação do sangue, que é a hipoxemia. Esse é um importante marcador desse problema.

Essa hipoxemia pode ser suspeita ao observar uma pessoa com falta de ar, cansada, muitas vezes azulada ou arroxeada, a chamada cianose. Pode ser avaliada por um aparelho colocado no dedo do paciente chamado oxímetro, quando está abaixo de 94% indica problema e exames de sangue como a gasometria.

E o que causa esse problema?

Tudo o que pode de alguma forma causar inflamação grave nos pulmões. A pneumonia é o principal fator, traumas graves, cirurgias de grande porte, reações alérgicas graves, aspiração de conteúdo gástrico ou agentes tóxicos inalantes como fumaça proveniente de incêndios também podem determinar essa síndrome respiratória. 

Uma causa importante é a sepse ou popularmente conhecida como infecção generalizada. Assim, uma infecção grave em outra parte do corpo, uma infecção no rim por exemplo, uma apendicite, peritonite, a infecção por coronavírus e muitas outras podem causar sepse. 

Sintomas

Dificilmente um paciente procura um pronto socorro pensando estar com SDRA. Geralmente infecções graves são os gatilhos para o paciente evoluir com essa síndrome respiratória. Portanto, caso suspeite de infecção e apresente sinais de alarme como febre elevada maior que 38,5 graus, falta de ar, sonolência, dores persistentes a despeito de analgésicos é importante que você procure um pronto socorro.

Diagnóstico

Primeiro, a partir de manifestação aguda (de 1 a 2 semanas) de queda na oxigenação do sangue e segundo por uma imagem no raio x ou tomografia de tórax com a presença de inflamação e edema no pulmão causados por um processo inflamatório e/ou infeccioso.

Tratamento

Não há um tratamento específico, o tratamento desses pacientes consiste em reverter a causa da SDRA (tratamento da infecção). Enquanto a causa não for resolvida, é necessário fornecer ajuda para o paciente respirar com máscaras ou cateteres nos casos mais leves até o suporte mais invasivo, que é o paciente entubado e com uso de ventilador mecânico. 

Para saber mais, assista ao vídeo no canal Dr. Ajuda. 

Foto: Arquivo/EBC

Sebrae

As peças são formadas por um compilado de instruções de segurança elaboradas a partir de informações de entidades setoriais e de especialistas em saúde

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Ainda que com a necessidade de tomar cuidados essenciais para evitar novos picos de contágio pela Covid-19, aos poucos, o Brasil começa a retomar as atividades econômicas. Até o momento, de acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae, cerca de 83% dos empreendimentos de pequeno porte no país já voltaram a funcionar. Além disso, segundo os últimos dados apresentados pelo IBGE, os serviços apresentaram crescimento de 2,6% em julho. Foi o segundo mês consecutivo de alta no setor.

Diante desse apontamento para reabertura de empresas e, consequentemente, o aumento de circulação de pessoas que saem para consumir, o próprio Sebrae se preocupou em orientar donos de pequenas empresas para uma retomada segura das atividades. Inicialmente, as informações foram fornecidas por meio de releases, por exemplo. A novidade é a disponibilidade das orientações em formato de infográficos.

A ideia é que os empreendedores possam imprimir esses materiais e utilizar no trabalho de instrução de seus funcionários, bem como afixá-los nos seus estabelecimentos. O conteúdo completo é uma série de 35 ilustrações educativas, detalhadas, com orientações para os donos dos estabelecimentos de diversos segmentos, como por exemplo, restaurantes, bares, academias, agências de turismo, entre outras.

Segundo o analista da Unidade de Competitividade do Sebrae, Rafael Moreira, nesse processo de reabertura dos negócios, as atenções se voltam aos protocolos de saúde e higiene, que também estão entre as principais preocupações dos empresários.

“A gente percebe que a situação deve seguir melhorando, dando alívio para o pequeno empresário. Então, é muito importante seguir os protocolos para reduzir o risco de contágio da Covid-19. Eles também devem pedir para seus funcionários e clientes respeitem as recomendações sanitárias. Quem passar mais segurança para o consumidor tende a se sair melhor”, avalia Rafael Moreira.

Instruções de segurança

Os documentos estão disponíveis para download na página do Sebrae, na internet. As peças são formadas por um compilado de instruções de segurança elaboradas a partir de informações de entidades setoriais e de especialistas em saúde.

Desburocratização para micro e pequenos negócios pode dar fôlego à economia no pós-pandemia

“A micro e pequena empresa é a teia que sustenta qualquer país”, afirma presidente do Sebrae

Candidatos às eleições municipais têm desafio de fomentar pequenos negócios e retomar economia

Para o advogado Rodrigo Figueiredo, que também é proprietário do Start Bar & Music, localizado em Brasília, esta iniciativa do Sebrae é importante neste momento, principalmente para os empresários que desejam reabrir seus negócios, mas não sabem muito bem que providências sanitárias tomar.

“Eu vejo que essa atitude tomada pelo Sebrae foi, de maneira geral, muito positiva, porque corta um caminho para o empresário que, às vezes, está perdido em relação a como se posicionar dentro da sua própria empresa para proporcionar segurança para os empregados e clientes, além de já entregar todo o procedimento que precisa ser adotado pelo empreendedor no estabelecimento”, opina.

Na avaliação do presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles, os protocolos de retomada têm sido muito utilizados no processo de orientação para que as empresas consigam receber novamente os clientes e oferecer os produtos e serviços de forma presencial. “Os documentos são muito relevantes para que o empresário, juntamente com seus colaboradores, fornecedores e clientes consigam, de fato, superar esta fase”, destaca.  
 

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Professora de português e produção de texto, a moradora de Anápolis – GO, Ana Itagiba, de 23 anos, resolveu dar início, este ano, ao processo para se tornar uma micro empreendedora individual (MEI). É em busca de melhores condições como profissional e na esperança de ter mais oportunidades de trabalho que ela espera, com a renovação das cadeiras das prefeituras e até com a reeleição de alguns prefeitos, que os gestores municipais valorizem mais os MEI’s e os empreendimentos de pequeno porte.

“Toda vez que formos votar, temos que observar o histórico da pessoa em que estamos votando. Os eleitores devem procurar candidatos que estejam preocupados em garantir mais direitos para essa população. As pequenas empresas são importantes para a economia dos municípios, inclusive, porque essa tem sido a tendência de transformação econômica”, opina a professora.

Para atender aos anseios de pessoas como Ana Itagiba e dos micro e pequenos empreendedores do o País, o Sebrae lançou o chamado “Guia do Candidato Empreendedor”. O documento disponibiliza dicas que orientam os gestores públicos municipais na realização de iniciativas que promovam a evolução das pequenas empresas, sobretudo acerca do desenvolvimento sustentável.

Intitulado “Seja um candidato Empreendedor - 10 dicas do Sebrae”, o guia visa apoiar o empreendedorismo. Para isso, o intuito é revelar os potenciais, as belezas e riquezas do País a partir dos municípios, gerar renda, emprego e ainda elevar a arrecadação sem aumentar impostos. Em uma das dicas, os gestores são instruídos a promover inovação e sustentabilidade.

A partir desse ponto, busca-se, por exemplo, garantir internet de qualidade nas escolas, prédios públicos e praças; estimular os empreendedores locais na adoção de fontes de energia sustentável e reciclagem de resíduos, e fomentar a implantação do Código Florestal, a preservação de mananciais e do meio ambiente no meio rural e urbano.

Acesso a créditos e digitalização

Nesse sentido, outro destaque desenvolvido pela instituição é o Guia do Prefeito, que apresenta uma ferramenta importante de trabalho para as lideranças comprometidas com o desenvolvimento sustentável nos seus municípios. Um dos pontos mais relevantes deste compilado de instruções propõe, inclusive, facilitar o acesso ao crédito e aos serviços financeiros.

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Segundo o presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles, este último item é indispensável para que os pequenos empreendimentos consigam sobreviver durante crises como a que o Brasil enfrenta atualmente. Além disso, Melles também destaca a importância da informatização dos negócios.

“Nós estamos colocando a essência da educação empreendedora à disposição dos brasileiros. Sobretudo, dizemos o seguinte: retomem, mas retomem digital. Nós estamos firmando parcerias com grandes plataformas de marketplace, dando à micro e pequena empresa a possibilidade de abrir novos canais de comercialização, inclusive de garantias de financiamento”, afirma Carlos Melles.

De acordo com a pesquisa “Transformação Digital nas MPE”, realizada pelo Sebrae entre abril e junho deste ano, nos últimos três anos os pequenos negócios no Brasil apostaram na informatização e na utilização de novas ferramentas digitais, em especial nas redes sociais.

Atualmente, 72% do segmento utiliza o WhatsApp para se comunicar com clientes e 40% possui perfil no Facebook. Em Santa Catarina, por exemplo, 89% dos empresários ouvidos no levantamento afirmaram acessar a internet frequentemente. Além disso, 35% dos empresários catarinenses disseram que suas empresas possuem página na internet.

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