Ministério da Cultura

12/06/2026 14:50h

Plataforma do Ministério da Cultura já está presente em mais de 3,9 mil municípios brasileiros e soma mais de 4 milhões de acessos

A Escola Solano Trindade de Cultura e Economia Criativa (Escult) alcançou a marca de 300 mil inscrições em cursos de formação desde sua criação. Há dois anos, a iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) vem ampliando o acesso à qualificação profissional para trabalhadores da cultura e da economia criativa em todo o país.

A plataforma já está presente em 3.958 municípios brasileiros, o equivalente a mais de 70% das cidades do país, além de atuar em todos os estados e no Distrito Federal. Desde o lançamento, em janeiro de 2024, a Escult também ultrapassou a marca de 4 milhões de acessos e visitas.

Para a secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão, o crescimento da plataforma reforça o papel estratégico da formação profissional para o fortalecimento do setor cultural brasileiro.

“O crescimento exponencial das matrículas na Escult demonstra a importância estratégica, no MinC, da formação e capacitação dos trabalhadores da cultura e da economia criativa. O novo trabalho exige novas competências e a Escult tem avançado de forma competente na oferta de novos cursos, em diversos formatos, de forma cada vez mais sintonizada com as demandas regionais”, afirma.

A Escult é destinada à formação e qualificação para o mundo do trabalho em cultura, com oferta de cursos livres, de Formação Inicial e Continuada (FIC), cursos técnicos e pós-graduação. A iniciativa foi desenvolvida pela Diretoria de Políticas para os Trabalhadores da Cultura e da Economia Criativa (DTRAC), da Secretaria da Economia Criativa (SEC) do MinC, em parceria com o Instituto Federal de Goiás (IFG).

A proposta busca ampliar os processos formativos de profissionais de áreas técnicas e artísticas que dão suporte às atividades culturais, contribuindo para a geração de renda, profissionalização e fortalecimento da economia criativa nos territórios.

Alcance

Os números da plataforma demonstram a dimensão da iniciativa:

  • mais de 4 milhões de acessos e visitas;
  • 446 mil logins registrados;
  • mais de 300 mil inscrições em cursos;
  • 65.908 certificados emitidos;
  • mais de 3,8 milhões de horas de estudo;
  • mais de 4 milhões de atividades concluídas.

A presença internacional da Escult também vem crescendo. Atualmente, a plataforma registra acessos em mais de 40 países e em mais de 100 cidades fora do Brasil.

Cursos mais procurados

Entre os cursos com maior número de matrículas estão:

  • Edição de Vídeo — 21.293 matrículas;
  • Analista e Parecerista de Projetos Culturais — 18.776 matrículas;
  • Animação Digital — 18.184 matrículas;
  • Produção Audiovisual — 17.949 matrículas;
  • Gestão de Projetos Culturais — 17.291 matrículas;
  • Fotografia — 16.373 matrículas;
  • Agente Cultural — 15.922 matrículas;
  • Cinegrafia — 14.432 matrículas;
  • Produção de Documentário — 13.976 matrículas
Copiar textoCopiar o texto
11/06/2026 04:20h

Serviço reúne mais de 500 obras nacionais, amplia acesso gratuito ao cinema brasileiro e firma parceria com a EBC para incorporação de conteúdos da TV Brasil

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes, lançaram durante o Rio2C 2026, no Rio de Janeiro, a Tela Brasil, primeira plataforma pública federal de streaming do audiovisual brasileiro. Gratuita e acessível, a iniciativa reúne mais de 500 obras audiovisuais nacionais, entre filmes, séries, documentários, animações e conteúdos históricos, fortalecendo o acesso da população ao cinema e à memória cultural do país.

A cerimônia também marcou a assinatura do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre o Ministério da Cultura (MinC) e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), permitindo a integração gradual do acervo da TV Brasil à plataforma e ampliando a oferta de conteúdos públicos nacionais.

O lançamento reuniu representantes do setor audiovisual brasileiro, entre eles artistas, cineastas, produtores, pesquisadores, gestores culturais, influenciadores e profissionais da comunicação pública.

Ao apresentar a iniciativa, o presidente Lula assegurou que, ao ampliar o acesso à história e à diversidade cultural brasileira por meio do audiovisual, a plataforma pode aproximar diferentes gerações das narrativas que ajudam a compreender a formação do país e a riqueza de suas expressões culturais. “Eu sonhei que a gente pudesse pegar os momentos históricos mais importantes do Brasil e fazer grandes longas-metragens para a gente conhecer profundamente esse país. E mais importante ainda: contar as histórias que não estão nos livros, do povo que lutou, do povo que permaneceu anônimo, mas que ajudou a construir o Brasil.”

Segundo o presidente, fortalecer a cultura é também fortalecer pertencimento e identidade nacional. “A gente precisa conhecer o nosso país por dentro, conhecer a nossa cultura, nossa música, nosso teatro, nossa história. Somente através da cultura a gente consegue chegar à plenitude de dizer: eu tenho uma pátria.”

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, ressaltou que a Tela Brasil surge para enfrentar um dos principais desafios do setor audiovisual: fazer as produções nacionais chegarem ao público em todo o território brasileiro.

“Precisava haver essa ferramenta: uma plataforma gratuita onde o povo brasileiro pudesse ter acesso à nossa produção audiovisual e se reconhecer nela. A Tela Brasil é uma forma de fortalecer a identidade do nosso povo, valorizar nossa diversidade e fazer com que as histórias do Brasil cheguem a todos os brasileiros.”

Para a ministra, a plataforma permitirá que brasileiros de diferentes regiões tenham acesso a produções que retratam seus territórios, sotaques e histórias. “Quando a juventude vê os seus sotaques, os seus territórios e as suas histórias sendo contadas, isso é muito mais do que investir no cinema. A gente está investindo no país e na sociedade como um todo.”

A primeira-dama Janja Lula da Silva enfatizou a importância da visibilidade para o cinema brasileiro e chamou atenção para a presença das mulheres na criação audiovisual. Ao lembrar produções exibidas no Cine Alvorada dirigidas por mulheres, Janja reforçou a necessidade de ampliar espaços de reconhecimento para diretoras, roteiristas e produtoras. “A gente precisa realmente continuar olhando para a presença das mulheres nesses espaços que consideramos de decisão e poder. O cinema brasileiro tem histórias extraordinárias sendo contadas por mulheres e isso precisa ganhar cada vez mais visibilidade.”

Para o secretário-executivo do MinC, Márcio Tavares, a plataforma representa um marco histórico para as políticas públicas de acesso ao audiovisual e dialoga diretamente com a estratégia de fortalecimento da economia criativa e da Nova Indústria Brasil. “Esse é um serviço universal que o Ministério da Cultura está oferecendo. É uma forma de celebrar a potência do audiovisual brasileiro como indústria, mas também a potência simbólica que existe nesse conjunto de filmes e histórias.”

Márcio reiterou ainda que a plataforma nasce já entre os maiores serviços gratuitos disponíveis no país. “Esse é um serviço que iniciou grande entre os streamings disponíveis no Brasil e vai se consolidar como um serviço de alta qualidade, com muita produção, um catálogo vasto e diverso.”

Audiovisual, soberania narrativa e acesso

Visivelmente emocionada durante a cerimônia, a secretária do Audiovisual do MinC, Joelma Gonzaga, definiu a Tela Brasil como uma política pública voltada à democratização do acesso ao audiovisual brasileiro. “Tela Brasil é sobre democracia, é sobre o Brasil e, sobretudo, sobre soberania narrativa.”

Segundo a secretária, o audiovisual ocupa um papel estratégico na construção da memória, da identidade e do futuro do país, além de movimentar emprego, renda e oportunidades em todo o território nacional. “É por meio do cinema, das séries, da animação, dos games e das linguagens digitais que nós podemos contar nossas histórias, projetar nossa diversidade e fortalecer nossa presença no mundo”, disse.

Parceria com a EBC

A ampliação da plataforma por meio do acordo firmado com a EBC também contará com a incorporação gradual da programação da TV Brasil ao catálogo da plataforma. Segundo o secretário-executivo, o foco é duplicar o catálogo. “Vamos chegar muito próximo de mil obras, valorizando tanto a produção contemporânea quanto a memória audiovisual brasileira”.

Para a presidente da EBC, Antonia Pellegrino, a parceria representa um marco para a comunicação pública brasileira ao reunir, em um mesmo ambiente digital, conteúdos audiovisuais produzidos por diferentes instituições públicas. “Até o final do ano, toda a programação da TV Brasil e a memória da comunicação pública estarão integradas à Tela Brasil. São mais de 3 mil horas de conteúdo e mais de 150 obras que ampliam o acesso da população à diversidade da produção audiovisual brasileira”.

Antonia evidenciou ainda que a iniciativa fortalece a articulação entre comunicação pública e política cultural. “A EBC encontra um pouco da sua própria vocação quando caminha ao lado do Ministério da Cultura. Essa união amplia o alcance dos conteúdos públicos e fortalece o direito da população ao acesso à cultura, à informação e à memória audiovisual do país”.

Espaço para novos realizadores

Entre os convidados do lançamento, o ator e influenciador Átila Bee destacou a importância da presença dos curtas-metragens na plataforma. “Quando comecei a acompanhar a divulgação da Tela Brasil, uma das primeiras coisas que me chamou atenção foi ver os curtas-metragens no catálogo.”

Natural de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, o artista lembrou que sua trajetória profissional foi construída a partir da produção audiovisual independente. “A maioria de nós começou fazendo curta-metragem. Eu sou fruto do movimento audiovisual da Baixada Fluminense. Se hoje estou em produções maiores, é porque fui formado artisticamente por esse circuito independente.”

Tecnologia pública a serviço da cultura

Desenvolvida pelo Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais da Universidade Federal de Alagoas (NEES/UFAL), a Tela Brasil representa uma experiência inédita de tecnologia pública aplicada à cultura, reunindo pesquisadores, desenvolvedores e estudantes de instituições públicas de ensino superior. A professora da UFAL Luciana Peixoto Santa Rita reforçou a universidade pública como pilar fundamental na construção da plataforma. “Estamos falando de uma tecnologia pública, desenvolvida dentro da universidade brasileira, com soberania tecnológica e compromisso social.”

Segundo ela, a plataforma demonstra a capacidade das universidades de desenvolver soluções inovadoras para políticas públicas. “A Tela Brasil mostra que a universidade pública é capaz de entregar soluções inovadoras, acessíveis e conectadas às necessidades da população.”

Com acesso gratuito por meio do login Gov.br, a plataforma estreia inicialmente na versão web, com aplicativos para Android e iOS previstos para os próximos 30 dias. O catálogo inicial reúne 555 obras produzidas entre 1910 e 2025, incluindo filmes premiados, documentários históricos, produções infantis, obras musicais, animações e títulos reconhecidos em festivais nacionais e internacionais.

Confira a plataforma aqui

Copiar textoCopiar o texto
18/03/2024 14:52h

No evento, o grupo teve a missão de colaborar na elaboração de políticas públicas para a cultura nacional nos próximos dez anos

Baixar áudio

Uma delegação formada por 48 representantes do setor cultural do Mato Grosso do Sul esteve em Brasília na última semana, participando da quarta Conferência Nacional de Cultura (CNC). No evento, o grupo teve a missão de colaborar na elaboração de políticas públicas para a cultura nacional nos próximos dez anos. 

Durante a quarta quarta CNC, a comitiva sul-matogrossense pôde apresentar as necessidades específicas do estado no setor e também debater propostas com artistas, gestores públicos e produtores culturais de todo o país.

Promovida pelo Ministério da Cultura,a Conferência Nacional marcou a retomada da participação popular na definição das políticas públicas para a cultura nacional. O encontro não ocorria desde 2013, devido ao desmonte do MinC, promovido pelo governo anterior.

Diretor de Cultura na Prefeitura Municipal de Ribas do Rio Pardo, Roger Taveira foi um dos delegados integrantes da comitiva do Mato Grosso do Sul. Ele destaca a importância da participação no evento, lembrando que o momento de redemocratização por que passa o país é ideal para levar a todas as cidades do estado a implementação efetiva de políticas públicas culturais.

Na Conferência Nacional, 140 propostas foram acolhidas e discutidas em grupos de trabalho e plenárias e 30 foram aprovadas. Agora, o Ministério da Cultura tem até sessenta dias para divulgar o relatório com o texto final das propostas definidas ao longo da quarta CNC.

As propostas passarão por consulta pública e darão origem ao Plano Nacional de Cultura (PNC), que definirá as políticas públicas para o setor cultural na próxima década.

A ministra da Cultura, Margareth Menezes ressalta a importância estratégica da conferência para o setor cultural e de economia criativa, especialmente após a recriação do Ministério.

“Depois de um intervalo de 11 anos sem dar seguimento às políticas nacionais, as políticas para o setor cultural, sem possibilitar que o meio possa se organizar de uma maneira melhor, mas desta vez ouvindo a todos, temos aqui representações das cidades, dos estados. Então, estamos em estado de conferência, de colóquio, de diálogo, de coração aberto para acolher as ideias, para chegarmos em uma direção para nosso Plano Nacional de Cultura, que é assim que se faz”.

A quarta Conferência Nacional de Cultura foi realizada pelo Ministério da Cultura e pelo Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), e correalizada pela Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura no Brasil (OEI). Além disso, contou com apoio da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil).
 

Copiar textoCopiar o texto
Cultura
09/02/2024 14:10h

Regras foram atualizadas por nova Instrução Normativa, que torna processos de análise mais ágeis e transparentes

Baixar áudio

O Ministério da Cultura tem grandes novidades para os produtores culturais. A partir de agora, novos projetos culturais podem ser inscritos no Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic) do Ministério da Cultura (MinC). Os proponentes terão até 31 de outubro para inseri-los. O prazo de apresentação das propostas culturais com base na Lei 8.313/1991, conhecida como Lei Rouanet, foi alterado pela Instrução Normativa nº 11, também publicada hoje. Assinada pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, no dia 30 de janeiro, a nova diretriz traz mais agilidade e transparência ao mecanismo de incentivo fiscal para ações culturais.

A Instrução Normativa revoga a publicada em 2023 e traz elementos que visam a simplificar ainda mais o processo de apresentação, recepção, seleção, análise, aprovação, acompanhamento, monitoramento, prestação de contas e avaliação de resultados dos programas, dos projetos e das ações culturais do mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac).

“Mais uma vez nós avançamos tanto na tecnologia, quanto na forma de avaliar os projetos para que não só os produtores culturais, mas toda a população seja beneficiada pela Lei Rouanet, gerando mais empregos, levando arte e cultura a todas as regiões do país e garantindo o devido controle social sobre os recursos públicos”, pontua a ministra Margareth Menezes.

Alterações da normativa

Uma das principais mudanças trazidas pela nova Instrução Normativa é o menor tempo para análise inicial da proposta até o início da captação de recursos, que podia chegar a 60 dias e passa, agora, a ser de 30 dias em média. O prazo mínimo de antecedência entre a apresentação da proposta e o evento também diminuiu de 90 para 60 dias. Isso é possível graças à modernização do Salic, com mais etapas automatizadas.

Outra alteração importante foi o período de apresentação de propostas para a Lei Roaunet, que muda de 30/11 para 31/10. “Essa mudança é importante para que a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), que se reúne mensalmente, possa avaliar os projetos a tempo de eles serem liberados para execução e, de fato, os proponentes iniciem suas ações culturais já em janeiro”, explica o secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural do MinC, Henilton Menezes. No caso de planos anuais e plurianuais, o prazo para apresentação agora será de até 31/08, um mês antes do estabelecido em 2023, conferindo maior organização e planejamento das instituições culturais.

A Instrução Normativa atualiza também os limites de pagamento para o proponente e os fornecedores do projeto. No primeiro caso, quem apresenta a proposta pode assumir uma função no projeto que lhe reserve até 20% do total captado - antes o valor poderia chegar a 50%. Já um mesmo fornecedor não poderá ter pagamento acima de 20% do total, que antes era de até 50%. O objetivo é permitir que mais profissionais da cultura sejam empregados nos projetos, fomentando ainda mais a economia criativa.

Em atendimento ao Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015, os jovens também terão mais acesso às ações culturais feitas com incentivo fiscal. Isso porque a meia-entrada para jovens de baixa renda que apresentarem a Identidade Jovem (ID Jovem) será aplicada em todos os ingressos comercializados.

Veja o resumo das principais mudanças da Instrução Normativa nº 11:

  1. Automação do processo de análise inicial, com a redução do tempo de aprovação preliminar para início de captação dos recursos, reduzindo o tempo médio de análise, nesta fase, de 60 para 30 dias;
  2. Exclusão de 5 anexos da Instrução Normativa, conferindo mais objetividade ao documento orientador, o que foi possível com o emprego de novas tecnologias, como o compartilhamento de dados da Secretaria da Receita Federal (SRF/MF);
  3. Redução do tempo de antecedência para apresentação das propostas culturais, de 90 para 60 dias;
  4. Alteração do período de apresentação de propostas, passando a ser entre o dia 1º de fevereiro e 31 de outubro de cada ano;
  5. Antecipação da data limite para apresentação de Planos Anuais/Plurianuais para 31 de agosto do ano anterior ao início de execução;
  6. Inclusão de projetos de BIENAIS, FESTIVAIS, MOSTRAS e ÓPERAS no teto máximo de R$ 10 milhões;
  7. Inclusão de novos limites no segmento audiovisual: GAMES, até R$ 1,5 milhão, e Plataformas de vídeo, até R$ 2 milhões;
  8. Estabelecimento de tetos para apresentação de Planos Anuais, a partir da série histórica de captação do proponente, com possibilidade de aumento de até 30%;
  9. Obrigatoriedade de inclusão das marcas do Pronac em TODAS as peças de divulgação dos produtos financiados, independente das fontes de recursos para sua produção;
  10. Redução de 50% para 20% do orçamento para remuneração do proponente, quando ele ocupar funções dentro do projeto, mantidas as exceções;
  11. Redução de 50% para 20% do orçamento para um mesmo fornecedor, guardadas as exceções descritas;
  12. Alteração na possibilidade de uso dos produtos destinados a patrocinadores e divulgação NÃO UTILIZADOS; 
  13. Inclusão de jovens portadores da Identidade Jovem (ID JOVEM), entre os beneficiários da meia-entrada.

Participação social

A Instrução Normativa nº 11 foi construída de forma colaborativa pelos técnicos das mais diversas áreas do Ministério da Cultura e entidades vinculadas, além de considerar as recomendações dos órgãos de controle do Governo Federal. 

Também foram realizados encontros com proponentes do setor cultural em 12 capitais brasileiras, nas cinco regiões do país, com a participação de 4.122 agentes culturais, além de uma consulta pública online, por meio da qual foram recebidas cerca de 200 sugestões. “Nós estamos, a cada dia, aproximando mais o mecanismo de incentivo fiscal da verdadeira dinâmica dos setores artísticos do país, que tem particularidades importantes”, declara Henilton Menezes.

Copiar textoCopiar o texto
Cultura
07/02/2024 04:00h

Em sua segunda etapa de seleção, a iniciativa contempla 24 destinos internacionais e 13 no país

Baixar áudio

O Ministério da Cultura publicou no Diário Oficial da União (DOU) o resultado final da segunda reunião da Comissão de Avaliação e Seleção do Edital Programa de Intercâmbio Cultural MinC nº 1. Foram selecionadas 37 candidaturas, sendo 19 individuais e 18 grupos, num total de 96 pessoas, de todas as regiões do Brasil. São 24 destinos no exterior e 13 no país. Clique aqui para acessar a lista completa. As ações buscam promover a difusão cultural e artística em âmbito nacional e internacional.

A diretora de Fomento Direto da Secretaria de Economia Criativa e Fomento Cultural (Sefic), Teresa Cristina Azevedo, ressalta a importância da iniciativa para a divulgação da cultura brasileira. “Nesta segunda seleção do Programa de Intercâmbio Cultural da Sefic serão contempladas 96 candidaturas oriundas de todas as regiões do país para destinos tais como África, países de língua portuguesa, América Central, Península Ibérica e Leste Europeu. Os eventos são festivais, apresentações artísticas, simpósios, mercados, rodadas de negócios, mostras competitivas e troca de experiências entre agentes e grupos culturais. É a cultura brasileira se projetando no mundo”.

Entre os destinos no exterior estão Cidade do México, Praga (República Tcheca), Luanda (Angola), Lisboa (Portugal), Santander (Espanha) e Porto Príncipe (Haiti). No Brasil, há locais como Salvador e Banzaê (Bahia), Xapuri (Acre), Fortaleza (Ceará), Recife (Pernambuco), Aracaju (Sergipe) e Vila Velha (Espírito Santo).

A região com mais candidaturas aprovadas foi o Centro-Oeste, com 12; seguida pelo Norte, com 10; e Sudeste, com nove. Na sequência vêm o Sul, que registrou quatro; e o Nordeste, com duas.

“Os resultados alcançados até aqui nos estimulam a prosseguir, no intuito de incentivar a difusão da cultura brasileira dentro e fora do Brasil”, acrescenta Teresa.

Os beneficiários selecionados deverão enviar a documentação indicada no edital para o e-mail [email protected] até 30/01/2024, prazo de cinco dias úteis a partir da comunicação oficial do MinC.

Com um investimento, em 2023, de R$ 2,5 milhões, a ação da Sefic concederá bolsa cultural para despesas de deslocamento, permanência e participação com trabalho próprio de agentes culturais em eventos, festivais, feiras de negócios e outras atividades culturais, no Brasil e no exterior.

Os recursos serão distribuídos na proporção de 20% para cada região do país. O valor do apoio financeiro, independentemente do destino e do período de permanência do(a) participante, será o valor individual de R$ 7 mil para destinos nacionais e de R$ 17 mil para internacionais. Os beneficiários provenientes dos estados da Amazônia Legal – Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima, Pará, Maranhão, Amapá, Tocantins e Mato Grosso – receberão um valor adicional de R$ 1,5 mil, independentemente do destino.

No tocante as ações afirmativas, o edital bonifica propostas que tenham como protagonista ou liderança mulheres (cis e trans), idosos, indivíduos ou grupos de cultura urbana, pessoas LGBTQIAP+. Assim como as propostas apresentadas por pessoas originárias de localidades periféricas ou ações que ocorram nestes territórios.

O Programa pretende ser uma ferramenta de incentivo à participação e ao protagonismo de agentes culturais e equipes compostas de forma representativa por pessoas negras, pessoas indígenas e pessoas com deficiência.

A iniciativa, que havia sido descontinuada em 2015, beneficiou sete mil pessoas entre 2009 e 2015.

A diretora de Fomento Direto da Sefic frisa ainda que a ação é permanente. “O Programa tem inscrições em fluxo contínuo, ou seja, estão sempre abertas, por isso as pessoas têm que se candidatar com, pelo menos, 60 dias de antecedência da data da viagem. Essa é uma condição essencial, pois num prazo menor fica inviável cumprir todas as etapas de avaliação”, completa.

As inscrições podem ser feitas pelo site Mapas da Cultura, por meio do link.

Para mais informações sobre o programa, clique aqui.

Copiar textoCopiar o texto
Cultura
05/02/2024 04:15h

Ao todo, serão entregues 36 veículos, que podem ser transformados em biblioteca ou cinema, levarão ações culturais para áreas ocupadas por famílias de baixa renda

Baixar áudio

O Ministério da Cultura concluiu a etapa de assinatura dos convênios com 32 municípios e estados que participaram da Seleção MovCEU-2023. Serão entregues 36 equipamentos culturais àqueles que cadastraram propostas de aquisição. Acesse aqui a lista.

Os veículos adaptados irão levar ações culturais para áreas ocupadas por famílias de baixa renda em cidades com até 20 mil habitantes. A iniciativa integra o Programa Territórios da Cultura.

A subsecretária de Espaços e Equipamentos Culturais do Ministério da Cultura, Cecília Gomes de Sá, salienta o papel da ação. “O MovCEU é um projeto de democratização do acesso a bens culturais em áreas isoladas e pequenos municípios, uma iniciativa inédita do MinC que vai alcançar populações indígenas, quilombos, áreas rurais. Em alguns casos, são localidades que sequer recebem correspondências e encomendas, nunca tiveram acesso a livros de literatura e agora irão receber mais do que isso: biblioteca, cinema, acesso à internet, estúdio de gravação, entre outros benefícios. Estamos muito felizes com o resultado. Entregaremos 36 unidades, seis a mais do que o previsto em nosso planejamento”.

O MovCEU é uma van/furgão que pode ser transformado em equipamentos culturais como biblioteca, estúdio de produção audiovisual, cinema de rua e palco para apresentações diversas, entre outros usos culturais. Sendo projetado para atender localidades com famílias de baixa renda em municípios, rurais ou urbanos, com restrições para construção de equipamentos culturais públicos.

Cada veículo deverá circular entre seis a dez localidades, assegurando que cada uma delas seja atendida por, pelo menos, uma vez por mês, promovendo uma rotina de acesso a bens e serviços culturais.

A iniciativa visa possibilitar o acesso à infraestrutura para formação, fruição e produção cultural, unindo comunidades por meio de intercâmbios culturais.

“O MovCEU será um divisor de águas no sentido de acessibilidade para os produtores e consumidores de cultura do nosso município, especialmente àqueles que residem nos bairros e localidades do interior, aos vulneráveis e às comunidades carentes”, comemora a diretora-geral da Fundação Municipal de Esportes e Cultura (FMEC)  Rosemeri Vieira Coelho, de Correia Pinto, Santa Catarina - última cidade a assinar o convênio.

Os equipamentos serão adquiridos por meio de financiamento da União, com recursos do Fundo Nacional da Cultura ou do Ministério. A previsão de entrega dos veículos do MovCEU é agosto de 2024.

Copiar textoCopiar o texto
Cultura
20/12/2023 14:55h

Na reta final de 2023, MinC consolida junto aos estados e municípios a maior política permanente de cultura do país

Baixar áudio

No encerramento de 2023, o Ministério da Cultura celebra uma conquista significativa para o setor cultural brasileiro. A Política Nacional Aldir Blanc de fomento à cultura, PNAB, alcançou uma adesão recorde de cem por cento dos estados e noventa e sete por cento dos municípios, consolidando-se como a maior e mais estruturante política cultural do país.

A PNAB conta com um montante de quinze bilhões de reais, disponíveis até 2027.

Para divulgar e incentivar gestores municipais e estaduais a se inscreverem na PNAB, o Ministério da Cultura realizou centenas de lives e reuniões presenciais, além disso, os representantes dos escritórios estaduais do MinC marcaram presença em todas as conferências estaduais e municipais de cultura. Durante esses eventos, discutiu-se a importância da PNAB.

Também foi realizado o circula MinC online em todas as unidades da federação. O resultado foi bastante satisfatório, principalmente por se tratar de uma ação realizada ao final do ano.

Vale ressaltar que diferentemente das leis emergenciais anteriores, a PNAB se estende até dois mil e vinte e sete, proporcionando um financiamento contínuo ao setor cultural. Ou seja, aqueles que não aderiram este ano e desejarem aderir no próximo, poderão fazê-lo.

Os recursos serão repassados através de editais, alcançando cinco áreas específicas: manutenção, formação, desenvolvimento técnico, economia criativa, produções audiovisuais e manifestações culturais.

A PNAB é a grande oportunidade que temos de efetivamente nacionalizar o fomento à cultura, alcançando todos os cantos de nosso imenso país. Os recursos são do orçamento da União e vão diretamente para ações e programas de prefeituras e governos estaduais e distritais.

O Diretor de Assistência Técnica a estados, municípios e Distrito Federal, Thiago Rocha Leandro, explica que a adesão superou todas as expectativas do ministério.

"Foi fruto do esforço coletivo do Ministério, junto com os fóruns dirigentes, estaduais, municipais e capitais, as redes gestoras, confederações e associações municipalistas, movimentos da cultura, trabalhadores da sociedade civil da cultura como um todo. Todo mundo junto numa grande frente nacional de adesão da PNAB, a gente conseguiu chegar nesse patamar. Cem por cento dos estados aderiu, cem por cento das capitais, cem por cento dos municípios de 18 estados. Então, realmente é uma grande vitória. A gente vai conseguir garantir que o recurso da cultura chegue aonde precisa chegar, que é em todo lugar do Brasil." 

O diretor ainda destaca que apesar do sucesso da adesão, é necessário que os inscritos assinem o termo de adesão até o dia 28 de dezembro.

"O Ministério vai seguir à disposição fazendo atendimento por telefone, por e-mail, por vídeo chamada e presencial através dos escritórios. Enfim, o ministério vai estar junto não só nesse momento de adesão, como também na execução, até o final, na prestação de contas."

O e-mail para contato é [email protected] e o contato de WhatsApp é 61 2024-2282.

Essa política é considerada estruturante, focada na consolidação do sistema nacional de cultura, beneficiando trabalhadores da cultura, entidades e pessoas físicas e jurídicas ligadas à produção, difusão, promoção, preservação e aquisição de bens, produtos ou serviços artísticos e culturais. A PNAB é mais do que uma política, é um compromisso com a diversidade cultural, um investimento no presente e no futuro do nosso país.

Copiar textoCopiar o texto
Cultura
19/12/2023 22:00h

Os municípios brasileiros que se inscreveram na PNAB têm até esta quarta-feira, 20 de dezembro, para realizar o procedimento de complementação

Baixar áudio

O Ministério da Cultura realiza entre terça-feira, 19, e quarta-feira, 20, plantões virtuais para auxiliar os gestores municipais na complementação dos planos de ação para adesão à Política Nacional Aldir Blanc, a PNAB.

Os municípios brasileiros que se inscreveram na PNAB têm até esta quarta-feira, 20 de dezembro, para realizar o procedimento de complementação. Já o prazo para assinatura do termo de adesão se encerra em 28 de dezembro. Os dois procedimentos são realizados na plataforma Transferegov. 

Os plantões virtuais são realizados na plataforma Meet, e acontecem em dois horários: de nove e meia da manhã ao meio dia e meia e das quatorze às dezoito horas.

A PNAB distribuirá um bilhão e meio de reais ainda em 2023 aos municípios cadastrados. E o valor repassado aos vinte e seis estados e Distrito Federal também será de um bilhão e meio de reais. Do total, trezentos milhões de reais deverão ser aplicados em obras do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC.

A coordenadora da Diretoria de Assistência Técnica dos estados e municípios do Ministério da Cultura, Natália Leitão, explica mais sobre os plantões.

"Os plantões de atendimento são importantes para que o MinC continue prestando esse atendimento aos municípios que ainda não terminaram o seu plano de ação, que ainda estão em complementação ou que ainda precisam assinar o termo de adesão. Isso é importante para garantir o recebimento dos recursos, então, o MinC também está presente nessa reta final auxiliando os municípios ao vivo. Os municípios conseguem entrar na chamada com a gente e a gente vai fazendo o passo a passo junto com os municípios para que todo mundo garanta o recebimento do recurso."

De acordo com levantamento do Ministério da Cultura, até a tarde da segunda-feira, dezoito de dezembro, ao menos cem municípios estavam em fase de complementação dos planos de ação.

Outras setenta e oito cidades passam por análise. No total, cinco mil duzentos e quarenta e quatro planos de ação foram autorizados. Destes, três mil setecentos e noventa e cinco já assinaram os termos de adesão.

Os gestores estaduais e municipais podem tirar dúvidas sobre a PNAB, por dois números de WhatsApp: DDD (61) 99883-3341 ou (61) 2024-2282. Também é possível enviar um e-mail para [email protected].

O Ministério da Cultura também disponibilizou um tutorial de assinatura do termo de adesão à PNAB, no endereço eletrônico: www.gov.br/cultura.

A PNAB é uma oportunidade única para impulsionar a cultura no Brasil. Não perca a chance de tirar suas dúvidas e garantir o acesso a esses recursos.

Agende seu plantão tira-dúvidas hoje mesmo!

Copiar textoCopiar o texto
Cultura
07/12/2023 04:00h

A cada seleção há uma busca em contemplar projetos que tenham o potencial de enriquecer a diversidade cultural brasileira

Baixar áudio

O Ministério da Cultura lançou o Programa de Intercâmbio Cultural, uma iniciativa que tem como objetivo difundir a riqueza da cultura brasileira não só em território nacional, mas também no exterior.

Diferente de muitos programas de intercâmbio, esse não é exclusivo para artistas renomados, mas sim para todos aqueles que desejam apresentar seus trabalhos, trocar experiências e contribuir para a interseção entre cultura, meio ambiente, educação e ciência. A inovação e a transversalidade são os pilares que o MinC busca valorizar.

Vale destacar que a iniciativa não estabelece um prazo final para as inscrições, trata-se de um edital de fluxo contínuo, permitindo seleções periódicas conforme o volume de demanda, garantindo que a diversidade de expressões culturais seja representada. A cada seleção há uma busca em contemplar projetos que tenham o potencial de enriquecer a diversidade cultural brasileira.

A seleção mais recente, em vinte e cinco de novembro, contemplou cento e trinta pessoas, entre grupos e indivíduos, de todas as regiões do país. Esses selecionados terão a oportunidade de participar de eventos fora de suas localidades, contribuindo para a difusão cultural e artística em âmbito nacional e internacional.

O programa vai além de apenas promover intercâmbio cultural. Ele é uma plataforma inclusiva, com ações afirmativas. A diretora de Fomento Direto do Ministério da Cultura, Teresa Cristina Rocha Azevedo, explica a iniciativa. "Então, nós temos cotas para pessoas negras, cotas para pessoas indígenas, cotas para pessoas com deficiência, temos bonificação para pessoas idosas, para a cultura urbana, enfim, é uma grande plataforma em que pode se convergir diversas manifestações culturais. E a nossa intenção é que possamos cada vez mais o Brasil conhecer o Brasil e o Brasil se projetar no mundo".

Em resumo, o programa de intercâmbio cultural do Ministério da Cultura é uma iniciativa que visa construir pontes entre diferentes expressões culturais, promovendo a diversidade e fortalecendo a presença da cultura brasileira no cenário global.

Para outras informações acesse www.gov.br/cultura.

Copiar textoCopiar o texto
Cultura
06/12/2023 15:00h

As iniciativas culturais interessadas em participar do edital Construção Nacional da Cultura Hip-Hop 2023 têm até o dia 11 de dezembro para fazer suas inscrições

Baixar áudio

As iniciativas culturais interessadas em participar do edital Construção Nacional da Cultura Hip-Hop 2023 têm até o dia 11 de dezembro para fazer suas inscrições no site Mapas da Cultura ou via correspondência postal. 

Ao todo, o edital de Construção Nacional da Cultura Hip-Hop 2023 vai distribuir 6 milhões de reais em premiações, divididas em 325 iniciativas do segmento, produzidas no país com atuação de, no mínimo, dois anos. A premiação está dividida da seguinte forma: valor individual bruto de 15 mil reais para a categoria de pessoas físicas; 20 mil reais para a categoria de grupos/coletivos/crews; e 30 mil reais para a categoria de instituições privadas sem fins lucrativos. 

Para explicar mais sobre os pontos do edital, técnicos do Ministério da Cultura (MinC), em parceria com os escritórios estaduais de cultura, promovem em todos os estados do país o Circula MinC - Cultura Viva Hip-Hop, com uma série de oficinas, presenciais e virtuais, até a data de encerramento das inscrições.  

A diretora de Promoção da Diversidade Cultural do MinC, Karina Gama, explica que as oficinas desempenham um papel crucial ao esclarecer o edital, oferecendo orientações práticas e tirando dúvidas para tornar o processo da inscrição mais acessível.  

TEC/SONORA: diretora Karina Gama 

"Uma série de oficinas estão sendo realizadas pelo país, mais de 15 oficinas nos estados. O objetivo principal das oficinas é mobilizar a comunidade cultural do hip hop, esclarecer dúvidas e qualificar os projetos. Então, está acontecendo uma oficina em Recife e em Salvador. A gente tem oficina em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Dia 6 no Amazonas e dia 7 e 8 de dezembro a gente tem uma oficina que vai acontecer no Rio de Janeiro. Essas oficinas também são realizadas online, né? Então, elas são transmitidas pelo canal do YouTube do Ministério da Cultura e dia 8 e dia 11 a gente também tem um tira dúvidas. Então, é importante estar sempre sendo informado e seguir as redes sociais. O Instagram do Ministério da Cultura @minc para ter essas informações."

Podem se inscrever, projetos de composição, arranjos, produção de beats, shows, vídeos, discos, arquivos audiovisuais, sítios de internet, revistas, batalhas, rodas culturais, cyphers, jams, espetáculos, slam, beatbox, pesquisas, mapeamentos, fotografias, seminários, ciclos de debates, palestras, workshops, oficinas e cursos livres, que possam contribuir com o desenvolvimento sociocultural do segmento.

Karina explica que os interessados precisam estar inscritos no Id Cultura ou nos mapas da cultura pelo endereço eletrônico: mapas.cultura.gov.br. Além disso, os interessados no edital podem fazer a inscrição de forma física. 

TEC/SONORA: diretora Karina Gama 

"Outra forma de inscrição são as inscrições físicas, né? Que elas podem ser encaminhadas todo o material por correios, então, nesse caso, é necessário estar enviando para o seguinte endereço: Ministério da Cultura aos cuidados da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural."

O endereço é Esplanada dos Ministérios, Bloco b, sala t-16, protocolo central, Brasília DF, CEP 70 068-901. Então, todo o volume da inscrição, tem que ser enviado com aviso de recebimento obrigatório simples ou entrega rápida pelos Correios.

O edital prevê uma pontuação extra. Ou seja, mulher cis, trans e travesti, a comunidade LGBTQIA+, pessoas indígenas ou de matriz africana, de terreiro, de povos e comunidades tradicionais, assim como pessoas negras, pessoas com deficiência e ainda pessoas idosas com 60 anos ou mais recebem uma pontuação extra no edital. 

Os participantes poderão se inscrever em apenas uma categoria de premiação. O edital tem prazo de vigência de dois anos contados a partir da publicação do resultado final da etapa de habilitação e é prorrogável uma única vez, por igual período.  

Essa é uma realização do Ministério da Cultura por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural (SCDC), e conta com o apoio do Ministério da Igualdade Racial (MIR) e da Fundação Nacional de Artes (FUNARTE).

Copiar textoCopiar o texto