VoltarUm incêndio atingiu a Igreja Matriz de Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, na tarde de segunda-feira (25). O fogo foi controlado pelo Corpo de Bombeiros e ninguém ficou ferido. As causas do incêndio ainda não foram identificadas e serão investigadas.
As equipes de segurança orientaram a população a evitar circulação nas proximidades da igreja até o encerramento dos trabalhos. Segundo os bombeiros, ainda há materiais com temperatura elevada no interior do templo.
“Os nossos bombeiros continuam os trabalhos justamente para que a gente consiga diminuir por completo a chance de reemissão de fogo. Porque existe muito material que ainda está bem quente, e para a gente conseguir sanar por completo esse incidente”, afirmou o comandante da companhia responsável pelo atendimento em Flores da Cunha, capitão Sanhudo.
O vigário-geral e coordenador da Ação Evangelizadora da Diocese de Caxias do Sul, padre Leonardo Inácio, manifestou solidariedade à comunidade e afirmou acreditar na recuperação da igreja.
“Em nome de toda a nossa Igreja diocesana, para expressar nossa solidariedade a esta paróquia que enfrenta esta grande provação e esta grande dor. A gente não imagina o que aconteceu dentro da igreja, porque, por enquanto, o espaço todo está isolado. Uma coisa é certa. Assim como este povo construiu essa igreja e alimentou a sua fé, nós temos certeza absoluta que a comunidade vai estar muito presente na reconstrução desta igreja”, enfatizou.
Em nota publicada nas redes sociais, a Prefeitura de Flores da Cunha afirmou que acompanha a situação e prestou solidariedade à Paróquia Nossa Senhora de Lourdes.
A administração municipal destacou que a igreja faz parte da história e da identidade da cidade.
VEJA MAIS:
O prefeito em exercício, Marcio Rech, disse que a reconstrução deverá ocorrer com apoio conjunto da comunidade e do poder público.
“O que podemos dizer neste momento é que vamos nos restabelecer e reconstruir juntos. Flores da Cunha é uma comunidade forte, unida pela fé e pela sua história”, declarou.
A Igreja Matriz começou a ser construída em 1904 e foi concluída em 1914. O templo, em estilo gótico, é considerado um dos mais antigos do Rio Grande do Sul.
O altar principal veio da Itália e possui três nichos. O espaço central abriga a imagem de Nossa Senhora de Lourdes. Nas laterais estão as imagens de São Pedro e São José, ligados às primeiras comunidades formadas no município.
Na nave lateral esquerda da igreja, estão sepultados os restos mortais de Frei Salvador Pinzetta.
A programação de Corpus Christi será discutida entre a prefeitura e a paróquia. Novas informações devem ser divulgadas nos próximos dias.
Em comunicado publicado nas redes sociais, a Igreja Matriz de Flores da Cunha informou que todas as missas e atividades estão temporariamente canceladas.
Copiar o texto
Baixar áudioDesde o fim de abril, o Governo Federal vem ajudando na reconstrução do Rio Grande do Sul, atingido por enchentes.
Atualmente, estão vigentes 460 reconhecimentos federais.
Além disso, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, pagou 154 milhões de reais para assistência humanitária, sendo 26 milhões, de forma sumária, e mais de cinco milhões para proteção de animais.
Mais de 423 milhões também foram enviados para restabelecimento e 4 milhões para reconstrução.
Waldez Góes, ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, destacou a união de esforços para ajudar vítimas de desastres. “O Rio Grande do Sul é bom exemplo, um bom case, modelo, exemplo do quanto faz a diferença a mobilização do poder público, dos empreendedores e da sociedade, pois o Brasil todo, sem exceção, as pessoas, as empresas, as instituições, o governo, a imprensa, os voluntários, enfim o Brasil todo se mobilizou, e grande parte do mundo. Isso é o maior exemplo do que significa o interesse em ajudar o povo de um estado, deixando de lado qualquer ideologia política, de quaisquer escolhas eleitorais. E isso foi liderado pelo presidente Lula, que foi várias vezes ao Rio Grande do Sul, antes criou uma sala de situação de emergência, coordenada pelo ministro Rui Costa, que permanece até agora.”
Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em Proteção e Defesa Civil, acesse mdr.gov.br
Copiar o textoA temperatura pode variar entre 8ºC e 36ºC
Baixar áudioNesta quinta-feira (19), a previsão é de chuvas em todo o Rio Grande do Sul. Pancadas de chuva acompanhadas por trovoadas isoladas são esperadas no noroeste, nordeste, centro ocidental, sudoeste e sudeste gaúcho, atingindo cidades como Sant'Ana do Livramento, Frederico Westphalen e Rio Grande.
A temperatura mínima fica em torno de 8°C, em São José dos Ausentes, e a máxima prevista é de 36ºC, em Uruguaiana. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 90%.
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
Copiar o textoA saca de 60 quilos é negociada a R$ 138,00 em Paranaguá
Baixar áudioNo início desta semana, a soja está com preços em queda. A saca de 60 quilos é cotada a R$ 135,55 em diferentes cidades do interior do Paraná. Já para o litoral, em Paranaguá, o preço é de R$ 138,00.
O trigo também obteve redução de preços, com a tonelada a R$ 1.490,90 no Paraná e a R$ 1.359,05, no Rio Grande do Sul.
Os valores são do Cepea.
Copiar o textoA temperatura pode variar entre 5ºC e 29ºC
Baixar áudioNesta quarta-feira (18), o dia começa com variação de nuvens em todo o Rio Grande do Sul e possibilidade de geada apenas na microrregião de Vacaria. Durante a tarde e à noite, há variação de nuvens e sem previsão de geadas em todo o Rio Grande do Sul, em cidades como Horizontina, Osório e Sananduva.
A temperatura mínima fica em torno de 5°C, em São José dos Ausentes, e a máxima prevista é de 29ºC, em Uruguaiana. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 90%.
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
Copiar o textoNo último fechamento, a tonelada da commodity custa R$ 1.493,60 no Paraná
Baixar áudioNo Paraná, o trigo é negociado a R$ 1.493,60/tonelada. No Rio Grande do Sul, o valor é de R$ 1.364,70. O primeiro fechamento da semana foi de queda de preços para a commodity.
Para a soja, o último fechamento foi também de baixa no litoral do Paraná, onde a saca de 60 quilos custa R$ 138,60. No interior, o preço é de R$ 135,40.
Os valores são do Cepea/USP.
Copiar o textoA temperatura pode variar entre 6ºC e 27ºC
Baixar áudioNesta terça-feira (17), o dia começa com poucas nuvens em todo o Rio Grande do Sul e possibilidade de geada apenas na microrregião de Vacaria. Durante a tarde e à noite, poucas nuvens e sem previsão de geadas em todo o Rio Grande do Sul, em cidades como Caxias do Sul, Dois Irmãos e Jaguarão.
A temperatura mínima fica em torno de 6°C, em São Francisco de Paula, e a máxima prevista é de 27ºC, em São Borja. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
Copiar o textoA saca de 60 quilos é negociada a R$ 140,70 em Paranaguá
Baixar áudioNo início desta semana, a soja está com preços em queda. A saca de 60 quilos é cotada a R$ 136,15 em diferentes cidades do interior do Paraná. Já para o litoral, em Paranaguá, o preço é de R$ 140,70.
O trigo também obteve redução de preços, com a tonelada a R$ 1.504,10 no Paraná e a R$ 1.369,40, no Rio Grande do Sul.
Os valores são do Cepea.
Copiar o texto
Baixar áudioNo final de abril, uma quantidade de chuva sem precedentes assolou o Rio Grande do Sul e destruiu completamente parte do estado. Tendo a atribuição de Defesa Civil Nacional, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional lançou mão de um esforço monumental para, com celeridade, auxiliar os esforços de socorro e ajuda humanitária ao mesmo tempo que iniciava o custeio das atividades de reconstrução, já nos dias seguintes ao desastre. O ministro Waldez Góes avalia nesta entrevista como se deu e quais os maiores desafios do processo.
Confira a entrevista:
O IBGE divulgou o crescimento do PIB do segundo trimestre e, para surpresa dos analistas, o crescimento de 1,4% ficou bem acima do esperado. Se imaginava que o desastre no Rio Grande do Sul, ocorrido justamente em abril, maio e junho, afetaria negativamente o PIB do país. O que o senhor acha que aconteceu?
Ao longo de 30 anos de vida pública, eu tive não só a oportunidade de governar meu Estado, o Amapá, por quatro vezes, mas também de ser, duas vezes, presidente do Consórcio da Amazônia. Mantive uma relação direta com o Governo Federal e com instituições internacionais e convivi com essa pauta climática, de eventos de falta ou de excesso de água, que resume quase 100% dos eventos aqui. A resposta do Governo Federal ao desastre foi gigante e foi muito ágil. Restabelecimento de internet, de energia, de água, de logística. Foi uma das primeiras providências que o Governo Federal adotou. Ainda nos primeiros dias, chegou um momento em que tinham 600 homens trabalhando nas diversas estradas, pois a primeira medida era de restabelecer, não de reconstruir. Restabelecer para poder entrar insumos, ajuda, oxigênio, produtos alimentícios, e, assim, garantir o abastecimento de bens necessários para a população do Rio Grande do Sul. A vezes, porém, só o que aparecia na televisão era o estrago que o evento causou, ceifando vidas, patrimônio, produção, enfim. Mas o que a gente via, estando presente no dia a dia, ia além disso. Era o gigantismo da resposta. Inclusive, devemos muito ao presidente Lula, porque, em regra, a gente primeiro reconhece uma Situação de Emergência e depois começa a fazer um plano de trabalho. Ele foi além disso, e propôs, primeiro, uma ida dos chefes de poderes lá. Depois, ele propôs o decreto de calamidade pública ao Congresso Nacional, e começou a ancorar uma dezena de medidas provisórias, respondendo a cada setor. Nós fizemos no Rio Grande do Sul, pela primeira vez, algo que o Brasil nunca tinha feito: esgotar água em cidades. Nunca teve, no Brasil, um plano de trabalho para fazer isso, e nós tivemos que fazer no Rio Grande do Sul. Buscamos bombas em diversas partes do país, pegamos bombas em vários estados do Nordeste, inclusive da Petrobras, e alugamos outras também.
Para abastecer de água?
Não, para tirar mesmo, literalmente. Tivemos, na região metropolitana, vários diques que não foram capazes de conter a enxurrada. Mas uma vez a água entrando na cidade, depois que o Guaíba baixou, ela não saiu. Como resolver isso? Bombeando, jogando para dentro do Guaíba. Levamos dezenas de dias para tirar a água de dentro de Porto Alegre, São Leopoldo, Canoas. E depois, à medida que a gente ia tirando a água dessas cidades e limpando-as, o Governo Federal bancava. Centenas e centenas e milhares de carradas de lixo. Foram muitas frentes abertas. No cuidar das pessoas, no tirar a água da cidade, na limpeza, no restabelecimento do serviço público, abastecimento das cidades e, agora, da reconstrução, que já está acontecendo.
Uma das ações, por sinal, foi muito rápida: o auxílio-reconstrução de R$ 5.100 por família desabrigada ou desalojada. Naquela época, dados oficiais apontavam que teríamos em torno de 800 mil pessoas desabrigadas e desalojadas. Fazendo um cálculo rápido, seriam em torno de 240 mil famílias atingidas diretamente.
Hoje, já pagamos o auxílio para 350 mil famílias, mais de 100 mil a mais do que prevíamos inicialmente.
Fonte: MIDR
Copiar o textoA saca de 60 quilos é negociada a R$ 136,50, em Paranaguá
Baixar áudioNesta sexta-feira (13), os preços da soja subiram, na tendência de alta que já vinha sendo observada. A saca de 60 quilos é cotada a R$ 136,50 em diferentes cidades do interior do Paraná. Já para o litoral, em Paranaguá, o preço é de R$ 140,98.
O trigo também obteve alta de preços, com a tonelada a R$ 1.505,50 no Paraná e a R$ 1.365,95, no Rio Grande do Sul.
Os valores são do Cepea.
Copiar o texto