100,00%
das seções totalizadas
Última atualização 31/10/2022 00:29:45
LULA
PT - 13
50,90%
60345999 votos
JAIR BOLSONARO
PL - 22
49,10%
58206354 votos
Mato Grosso do Sul
100,00%
das seções totalizadas
Última atualização 30/10/2022 19:13:14
EDUARDO RIEDEL
PSDB - 45
56,90%
808210 votos
CAPITÃO CONTAR
PRTB - 28
43,10%
612113 votos
Rio Grande do Sul
100,00%
das seções totalizadas
Última atualização 30/10/2022 20:35:15
EDUARDO LEITE
PSDB - 45
57,12%
3687126 votos
ONYX LORENZONI
PL - 22
42,88%
2767786 votos
Santa Catarina
100,00%
das seções totalizadas
Última atualização 30/10/2022 21:23:45
JORGINHO MELLO
PL - 22
70,69%
2983949 votos
DÉCIO LIMA
PT - 13
29,31%
1237016 votos
São Paulo
100,00%
das seções totalizadas
Última atualização 30/10/2022 22:19:56
TARCÍSIO
REPUBLICANOS - 10
55,27%
13480643 votos
FERNANDO HADDAD
PT - 13
44,73%
10909371 votos
Espírito Santo
100,00%
das seções totalizadas
Última atualização 30/10/2022 19:10:43
RENATO CASAGRANDE
PSB - 40
53,80%
1171288 votos
MANATO
PL - 22
46,20%
1006021 votos
Bahia
100,00%
das seções totalizadas
Última atualização 30/10/2022 22:00:16
JERÔNIMO
PT - 13
52,79%
4480464 votos
ACM NETO
UNIÃO - 44
47,21%
4007023 votos
Sergipe
100,00%
das seções totalizadas
Última atualização 30/10/2022 19:55:26
FÁBIO
PSD - 55
51,70%
623851 votos
ROGÉRIO CARVALHO
PT - 13
48,30%
582940 votos
Alagoas
100,00%
das seções totalizadas
Última atualização 30/10/2022 20:11:57
PAULO DANTAS
MDB - 15
52,33%
834278 votos
RODRIGO CUNHA
UNIÃO - 44
47,67%
759984 votos
Pernambuco
100,00%
das seções totalizadas
Última atualização 30/10/2022 21:05:25
RAQUEL LYRA
PSDB - 45
58,70%
3113415 votos
MARÍLIA ARRAES
SOLIDARIEDADE - 77
41,30%
2190264 votos
Paraíba
100,00%
das seções totalizadas
Última atualização 30/10/2022 19:47:04
JOÃO
PSB - 40
52,51%
1221904 votos
PEDRO CUNHA LIMA
PSDB - 45
47,49%
1104963 votos
Amazonas
100,00%
das seções totalizadas
Última atualização 31/10/2022 00:51:39
WILSON LIMA
UNIÃO - 44
56,65%
1039192 votos
EDUARDO BRAGA
MDB - 15
43,35%
795098 votos
Rondônia
100,00%
das seções totalizadas
Última atualização 30/10/2022 20:00:54
CORONEL MARCOS ROCHA
UNIÃO - 44
52,47%
458370 votos
MARCOS ROGERIO
PL - 22
47,53%
415278 votos
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Diante da urna eletrônica, os eleitores precisam inserir no equipamento o número do candidato ou candidata escolhido para representá-los em determinado cargo para sua cidade ou região administrativa. E, para que as eleições sejam 100% seguras, algumas regras precisam ser seguidas.

Segundo apuração feita pelo Brasil61, não há proibição para que crianças acompanhem seus pais durante a votação, desde que não haja intervenção durante o voto ou prejuízo para o funcionamento da seção eleitoral. É vedado, porém,  o uso de  aparelhos celulares, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de radiocomunicação ou quaisquer instrumentos que possam comprometer o sigilo do voto, ficando estes, sob a posse do guarda da mesa receptora até o fim da votação do eleitor.

Sabrina Braga, professora de direito eleitoral e membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep), explica que, caso os eleitores tenham dúvidas sobre o número do candidato ou candidata, nos locais de votação existem listas com os nomes e números de todas as candidaturas disponíveis.

“A pessoa que vai votar agora nas eleições municipais vai encontrar no seu local de votação a lista com os nomes e números de todas as candidatas e candidatos a vereador ou vereadora, prefeito e prefeita, vice-prefeito ou vice-prefeita. Então, a pessoa, se tiver  dúvida, pode paralisar a votação, pedir ao mesário para suspender o voto, a pessoa sai, procura um número, retorna até a urna eletrônica e conclui a votação.”

Segundo informações do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, independentemente do motivo ou nível, podem ser auxiliadas no momento da votação por um indivíduo à sua escolha, mesmo que não tenham requerido a solicitação antecipadamente ao juizado eleitoral.

Para os deficientes visuais, serão assegurados:

  • A utilização do alfabeto comum ou do sistema braile para assinar o caderno de votação ou assinalar as cédulas, se for o caso;
  • O uso de qualquer instrumento mecânico que portar ou lhe for fornecido pela mesa receptora de votos;
  • Receber dos mesários orientação sobre o uso do sistema de áudio disponível na urna com fone de ouvido fornecido pela Justiça Eleitoral;
  • Receber dos mesários orientação sobre o uso da marca de identificação da tecla 5 da urna.

É permitido, ainda, o uso de instrumentos que auxiliem os eleitores que sejam analfabetos a realizarem a votação. Nesse quesito, os mesmos serão submetidos à decisão do responsável pela mesa receptora, não sendo a Justiça Eleitoral obrigada a fornecer tais ferramentas.

Urna eletrônica

A urna eletrônica não é nenhuma novidade para o eleitor brasileiro. Aqueles eleitores mais velhos, que não vão votar pela primeira vez em 2024, já usaram a ferramenta antes e sabem como funciona a máquina simples, que possui um teclado analógico, com 10 teclas com números que vão de 1 a 0. 

Existem as teclas “branco”, criada para votos nulos ou inválidos, a tecla “corrigir”, que é laranja, e a tecla “confirma”, que é a tecla verde. 

Alexandre Rollo, especialista em Direito Eleitoral e professor de pós-graduação em Direito Eleitoral da Escola Judiciária Eleitoral Paulista (TRE-SP), explica como funciona o processo.

“Ao digitar o número do candidato, vai aparecer, então, a foto do candidato na urna. Checo se é essa mesma minha opção. E se for, eu aperto a tecla verde, que é a tecla confirma. Se eu eventualmente digitei errado o número do meu candidato, eu posso corrigir com a tecla corrige, que é a tecla laranja. E se eu quiser votar em branco, tem uma tecla específica para isso, que é a tecla branca, onde está escrito a palavra branco. Então, apertando o branco, vai aparecer, então, na tela, o voto branco. E aí, se for esse mesmo voto, é só confirmar apertando a tecla verde.”

O especialista destaca, ainda, que existem dois conjuntos de votos que podem ser apresentados pelo eleitor no dia da eleição: válidos e inválidos. 

O voto válido é aquele dado em candidatos ou em partidos políticos, que é o voto de legenda nas eleições para vereadores e vereadoras, enquanto os inválidos são os brancos e nulos. Os dois tipos não são computados para nenhum candidato e nem para nenhum partido.

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Conforme prometido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para depois do segundo turno das eleições, o Ministério da Defesa apresentou a auditoria feita sobre as urnas eletrônicas. O estudo, divulgado no fim dessa quarta-feira (09), não encontrou qualquer divergência entre os boletins de urnas analisados e os resultados emitidos pela Justiça Eleitoral, tanto no primeiro como no segundo turno da votação.

De acordo com documento assinado pelo ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, foram 943 boletins de urnas averiguados, sendo 442 no primeiro turno e 501 no segundo.  “Conclui-se que a verificação da correção da contabilização dos votos, por meio da comparação dos Boletins de Urna (BU) impressos com os dados disponibilizados pelo TSE, ocorreu sem apresentar inconformidade”, aponta a auditoria realizada por oficiais de carreira das Forças Armadas, especialistas em tecnologia da informação e segurança cibernética.

“É importante frisar que nenhuma fraude foi apontada. E por que é importante falar em fraude? Porque existe a possibilidade de pedir a cassação do mandato de quem foi eleito se houver fraude na votação, se houver fraude no sistema, isso está na constituição. Por isso é muito importante que o relatório não  aponta fraude", destaca o especialista em direito eleitoral, Alberto Rollo.

Em nota, o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, exaltou a integridade do sistema eleitoral. “O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu com satisfação o relatório final do Ministério da Defesa, que, assim como todas as demais entidades fiscalizadoras, não apontou a existência de nenhuma fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral de 2022”.

As entidades fiscalizadoras a que Moraes se refere são as 21 instituições nacionais e internacionais convidadas pela Justiça Eleitoral para acompanhar o processo eleitoral brasileiro. Dentre elas, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Tribunal de Contas da União também realizaram suas auditorias, ambas sem encontrar qualquer divergência nos resultados ou indícios de fraude.

As Eleições Gerais de 2022 marcaram a primeira vez que as Forças Armadas participaram do pleito como entidade fiscalizadora. Nas votações anteriores, os militares ficaram encarregados unicamente da segurança e logística de transporte das urnas.

Sugestões

Apesar do resultado da auditoria, que frustrou grande número de apoiadores do  presidente Bolsonaro, o Ministério da Defesa apresentou ressalvas quanto ao alcance da inspeção feita pelos militares e criticou uma suposta falta de acesso a dados. “De todo o trabalho realizado, observou-se que, devido à complexidade do SEV (Sistema Eletrônico de Votação) e à falta de esclarecimentos técnicos oportunos e de acesso aos conteúdos de programas e bibliotecas, mencionados no presente relatório, não foi possível fiscalizar o sistema completamente, o que demanda a adoção de melhorias no sentido de propiciar a sua inspeção e a análise completas”, afirma o documento.

Além disso, o ministério pediu que a Justiça Eleitoral atenda a sugestão dos técnicos militares de realizar uma investigação técnica para melhor conhecimento da compilação do código-fonte e de seus possíveis efeitos, bem como promover a análise minuciosa dos códigos que efetivamente foram executados nas urnas eletrônicas.

Rollo, no entanto, destaca que o programa das urnas não foi questionado pelas demais entidades fiscalizadoras. “É bom lembrar que o código-fonte ficou à disposição de qualquer interessado, e principalmente os partidos políticos, que lançavam  seus candidatos, desde outubro do ano passado. Então desde outubro do ano passado até aqui, ninguém reclamou do código-fonte, ninguém achou nenhum tipo de inconsistência no código-fonte”, observa o advogado.

Sobre isso, a nota assinada por Moraes afirma que “sugestões encaminhadas para aperfeiçoamento do sistema serão oportunamente analisadas”. Por fim, o presidente da Justiça Eleitoral reiterou que “as urnas eletrônicas são motivo de orgulho nacional, e que as Eleições de 2022 comprovam a eficácia, a lisura e a total transparência da apuração e da totalização dos votos”.

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Receio de aumento da inflação. Medo de perder o poder aquisitivo. Troca de governo... Muitos brasileiros colocaram o pé no freio nos últimos meses, para evitar novas dívidas. O período eleitoral terminou. É preciso se preparar financeiramente para o ano de 2023 e todas as suas incertezas. 

Segundo o analista financeiro Eduardo Domenico, é importante, como sempre, ter cautela nos investimentos. A recomendação é, cada vez mais, correr menos riscos. 

“Com a taxa Selic a 13,75% ao ano, as aplicações de renda fixa, especialmente as atreladas à Selic e ao CDI, como por exemplo: Tesouro Selic, CDBs, LCIs e LCAs, continuarão a ser as aplicações de menor risco. Em um cenário menos estável, como a troca de governo, o melhor a fazer é não tomar riscos desnecessários. Aplicações na Bolsa de Valores, nesse momento, não acredito ser muito viável, pois teremos muita volatilidade nas próximas semanas e o investidor pode não ter estômago pra suportar eventuais quedas nas cotações das ações.”

O especialista explica o que se deve levar em consideração para o orçamento familiar do próximo ano. 

“Com uma inflação, que acumula alta de 7,17% nos últimos 12 meses, fica bem difícil construir um planejamento financeiro doméstico para 2023. A alta dos alimentos, mensalidades das escolas e dos planos de saúde pesarão bastante nesse orçamento das famílias. Uma ideia inicial é que cada família faça um diagnóstico financeiro, onde se levantará todas as receitas e despesas dessa família. Assim, elas poderão separar por categorias e avaliar melhor onde estão gastando”, acrescenta o analista. 

Evitar fazer dívidas novas e, ainda mais importante, renegociar dívidas já existentes, serão pontos fundamentais desse planejamento para 2023. Dívidas de cartão de crédito e de cheque especial são as mais caras do mercado, elas podem passar de 300% ao ano. Nesses casos, a recomendação é procurar o banco para fazer uma boa renegociação e, eventualmente, zerar esse débito. 

O analista de TI, André Gomes, não fez dívidas em 2022. Colocou o pé no freio dos gastos, economizou e não precisou recorrer a nenhum tipo de empréstimo, mas sentiu a queda do poder de compra ao longo do ano.  
“A gente vê isso, principalmente, no supermercado. antigamente eu fazia uma compra semanal e o valor era de R$ 100, hoje, no mínimo, dá R$ 200.”

Para que o impacto seja menor, a boa e velha pesquisa de preços pode fazer a diferença no fim do mês, como explica o analista financeiro. 

“Comparar os preços, principalmente das compras em supermercado, pode ser uma ótima opção para poupar um pouco do orçamento familiar. Os supermercados estilo atacado, ou até atacarejo, podem ser uma ótima opção”, explica Domenico.

E, por fim, por mais difícil que seja, tente poupar e investir parte do salário para uma reserva de emergência que poderá salvar a família em caso de necessidades imprevistas. 
 

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